O governo segue monitorando as cotações internacionais do petróleo antes de tomar qualquer decisão sobre um eventual reajuste dos preços internos dos combustíveis no Brasil, disse uma fonte do governo que pediu anonimato.
Nesta quarta-feira (28), o petróleo nos EUA fechou com baixa de US$ 1,92 por barril, a US$ 105,41. "Se o petróleo mantiver a queda, dificilmente teremos reajuste da gasolina", disse essa fonte.
O petróleo Brent também terminou a quarta-feira com queda de US$ 1,38, a US$ 124,16.
Alegando defasagem entre os preços domésticos e os internacionais, a Petrobras vem propondo ao governo um reajuste do preço da gasolina, disse essa fonte.
Segundo esse mesmo interlocutor, o governo entende a preocupação da Petrobras, mas também precisa estar atento ao impacto de um eventual aumento da gasolina na inflação. "Um dia o preço da gasolina terá de aumentar", disse a fonte, para em seguida dizer que nenhum governo gosta de aumentar a gasolina.
"Vamos monitorar os preços internacionais antes de qualquer decisão", concluiu.