acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Política

Governo anuncia estratégia para aumentar exportações até 2010

04/09/2013 | 12h20

 

O governo anunciou na terça-feira (3) a "Estratégia Brasileira de Exportação", um conjunto de ações para atingir sua principal meta na área do comércio exterior: aumentar a participação brasileira nas exportações mundiais de 1,17% para 1,25% até 2010, ou cerca de US$ 210 bilhões. Além de ampliar a fatia de micro e pequenas empresas exportadoras.
Com investimentos de R$ 34 bilhões, de antigos e novos programas, a base será a atuação coordenada de 40 órgãos federais, que hoje atuam de forma dispersa e desconhecida até dos exportadores.
Para o presidente da Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (Apex), Alessandro Teixeira, "é perfeitamente possível" aumentar as vendas externas de produtos e serviços brasileiros, mesmo num cenário apontando para uma recessão econômica global.
"Não é uma coisa solta", afirmou Teixeira, lembrando que a estratégia é parte da Política de Desenvolvimento Produtivo, a nova política industrial lançada em julho pelo governo. "A gente mapeou, deu consistência, fixou metas, e agora articula os 40 órgãos governamentais com uma política de monitoramento e um cronograma a cumprir", continuou.
"Todos os órgãos vão trabalhar com um único foco", prosseguiu o presidente da Apex. "O governo anunciou a meta de aumentar as exportações, e está dando satisfação de que vai chegar lá com coordenação forte e um novo modelo de implementação", explicou.
O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, disse que a estratégia é uma resposta a críticas dos empresários, que desconhecem quantas são, onde estão e quais os volumes das várias linhas de financiamento oficial para exportações, dispersas por quatro dezenas de órgãos públicos.
"Uma das coisas importantes dessa estratégia é definir quem faz o quê, para que o setor privado reduza a peregrinação pela Esplanada dos Ministérios" em Brasília, comentou Barral. "Foi muito importante a construção de um consenso sobre a relevância do comércio exterior para o país", continuou.
Ele explicou que o mapeamento permitiu reduzir a duplicação de iniciativas "para maior eficácia dinheiro público". Para isso, haverá acompanhamento trimestral, inclusive com relatórios ao Palácio do Planalto, e no endereço eletrônico da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).
Outro passo importante será a aplicação de indicadores de avaliação do desempenho dos agentes públicos envolvidos, pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea).
A nova estratégia se difere de outras políticas anunciadas no passado para fortalecimento do comércio exterior, frisou Teixeira. "Antes, era uma agregação de valor e aumento na quantidade das exportações", afirmou. 
O plano anunciado hoje fez um diagnóstico da atuação do setor público para redução de burocracia e de custos, além de apontar direções ao exportador. Na segunda parte está descrito o que fazer para atingir cinco grandes metas: aumento da competitividade da base exportadora; agregação de valor às exportações; ampliar a base exportadora; ampliação do acesso a mercados e incremento das exportações de serviços.

O governo anunciou na terça-feira (3) a "Estratégia Brasileira de Exportação", um conjunto de ações para atingir sua principal meta na área do comércio exterior: aumentar a participação brasileira nas exportações mundiais de 1,17% para 1,25% até 2010, ou cerca de US$ 210 bilhões. Além de ampliar a fatia de micro e pequenas empresas exportadoras.


Com investimentos de R$ 34 bilhões, de antigos e novos programas, a base será a atuação coordenada de 40 órgãos federais, que hoje atuam de forma dispersa e desconhecida até dos exportadores.


Para o presidente da Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (Apex), Alessandro Teixeira, "é perfeitamente possível" aumentar as vendas externas de produtos e serviços brasileiros, mesmo num cenário apontando para uma recessão econômica global.


"Não é uma coisa solta", afirmou Teixeira, lembrando que a estratégia é parte da Política de Desenvolvimento Produtivo, a nova política industrial lançada em julho pelo governo. "A gente mapeou, deu consistência, fixou metas, e agora articula os 40 órgãos governamentais com uma política de monitoramento e um cronograma a cumprir", continuou.


"Todos os órgãos vão trabalhar com um único foco", prosseguiu o presidente da Apex. "O governo anunciou a meta de aumentar as exportações, e está dando satisfação de que vai chegar lá com coordenação forte e um novo modelo de implementação", explicou.


O secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Welber Barral, disse que a estratégia é uma resposta a críticas dos empresários, que desconhecem quantas são, onde estão e quais os volumes das várias linhas de financiamento oficial para exportações, dispersas por quatro dezenas de órgãos públicos.


"Uma das coisas importantes dessa estratégia é definir quem faz o quê, para que o setor privado reduza a peregrinação pela Esplanada dos Ministérios" em Brasília, comentou Barral. "Foi muito importante a construção de um consenso sobre a relevância do comércio exterior para o país", continuou.


Ele explicou que o mapeamento permitiu reduzir a duplicação de iniciativas "para maior eficácia dinheiro público". Para isso, haverá acompanhamento trimestral, inclusive com relatórios ao Palácio do Planalto, e no endereço eletrônico da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).


Outro passo importante será a aplicação de indicadores de avaliação do desempenho dos agentes públicos envolvidos, pelo Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea).


A nova estratégia se difere de outras políticas anunciadas no passado para fortalecimento do comércio exterior, frisou Teixeira. "Antes, era uma agregação de valor e aumento na quantidade das exportações", afirmou.


O plano anunciado hoje fez um diagnóstico da atuação do setor público para redução de burocracia e de custos, além de apontar direções ao exportador. Na segunda parte está descrito o que fazer para atingir cinco grandes metas: aumento da competitividade da base exportadora; agregação de valor às exportações; ampliar a base exportadora; ampliação do acesso a mercados e incremento das exportações de serviços.

 



Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar