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Energia elétrica

Geração distribuída dobra e mercado livre defende comercialização da energia excedente

22/10/2018 | 11h33
Geração distribuída dobra e mercado livre defende comercialização da energia excedente
Divulgação Divulgação

Em função da falta das chuvas e baixa nos reservatórios, as contas de luz dos consumidores têm sido impactadas negativamente. Desde junho tem sido cobrada a tarifa mais alta – bandeira vermelha no patamar 2. Por conta desse cenário, o mercado livre de energia aponta como solução a microgeração e minigeração, permitindo o comércio do excedente de energia elétrica. “Essa medida, além de reduzir custos, fortalecer e aliviar o sistema de distribuição, também torna consumidores industriais, comerciais, residenciais, e de demais setores mais competitivos, como ocorre com os que estão inseridos no ambiente livre”, afirma Walfrido Avila, presidente da Tradener.

Hoje, mais de 51 mil unidades consumidoras são beneficiadas com a autoprodução de energia, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) que desde 2012 estabelece as condições gerais para a conexão à rede da microgeração (potência instalada menor que 75 kW) e minigeração (potência instalada entre 75 kW e 5 MW) distribuída no Brasil.

“Quando a geração é maior que o consumo, o excedente é injetado na rede elétrica e disponibiliza créditos de energia, os quais são equivalentes ao valor da eletricidade da rede. Quando o consumidor tem uma geração menor do que precisa, utiliza a energia da rede elétrica”, explica Walfrido Avila.



Fonte: Redação/Assessoria
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