Mercado

Gasolina já é vendida a R$ 3,09 no RJ

Preços variam no RJ e SP.

Agência Brasil
01/02/2013 09:36
Gasolina já é vendida a R$ 3,09 no RJ Imagem: Divulgação. Agência Petrobras Visualizações: 1044

 

A decisão da Petrobras de reajustar o preço da gasolina em 6,6% em suas refinarias já pesa no bolso do consumidor das zonas norte, oeste e sul da cidade. Diferentemente das previsões do governo, e do próprio Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindicomb), o aumento variou de 3% a 10,6% conforme apurou a 'Agência Brasil'.
Muitos dos revendedores varejistas, no entanto, ainda aguardam a chegada de nova carga de derivados para aumentar os preços. Mas outros já reajustaram o preço do combustível que está nas bombas e nos tanques de armazenamento. Em um posto localizado nas proximidades dos Arcos da Lapa, por exemplo, o litro da gasolina comum já é vendido a R$ 3,09. Antes, era R$ 2,86, uma variação de 7,44%. O funcionário encarregado de abastecer os carros informou à 'Agência Brasil' que o posto ainda não havia recebido nova carga de combustível.
Em Botafogo, o motorista ainda conseguiu abastecer o carro por R$ 2,86 o litro. A expectativa entre a maioria dos donos de postos de gasolina, no entanto, é que até o próximo domingo os preços da gasolina sejam majorados na maioria dos revendedores da cidade.
A previsão do governo era que a alta nas bombas ficasse entre 4% e 4,5%. Já o Sindicomb previa uma variação um pouco maior: entre 4,5% e 5%. Há consenso entre alguns donos de postos ouvidos pela reportagem de que os preços que subiram acima das expectativas do governo e do sindicato acabem voltando para a margem prevista, e que o aumento fique em torno de 4,5%.
“O problema é que alguns comerciantes aproveitaram este primeiro momento, quando o consumidor ainda encontra-se confuso, para aumentar a sua margem de lucro e subiram o preço do litro do produto um pouco acima do necessário. Mas a própria concorrência vai acabar por forçá-los a baixar os preços”, admitiu um dono de um posto no Flamengo, que não quis se identificar.
Em São Paulo, valor sobe de 3% a 7%
Os reajustes nas bombas de combustível da capital paulista variaram de 3% a 7%, segundo  balanço preliminar do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro).
Os dados repassados à 'Agência Brasil' indicam um aumento médio de 2,97% ao consumidor final na gasolina comum nos postos da Petrobras. Nos postos da Shell, o preço nas bombas da gasolina comum subiu em média 3,65%. Nos de bandeira Ipiranga, a alta foi 5,02%.
Na maioria dos postos visitados pela 'Agência Brasil', no entanto, o aumento chegou a 7,7% na gasolina. Na maior parte desses estabelecimentos, todos na zona oeste, incluindo as principais bandeiras, o preço subiu de R$ 2,59 por litro para R$ 2,79.
O diretor financeiro do Sincopetro, Genaro Maresca, confirmou que alguns postos reajustaram os valores cobrados em mais de 7%. Porém, ele acredita que, em breve, esses valores devam cair. “Esse cara logo, logo, entra na concorrência do mercado”, disse.
O levantamento preliminar do Sincopetro indica que as distribuidoras da Petrobras que atendem aos postos de combustível da capital paulista repassaram um aumento médio de 4,69%. Nas da Ipiranga, a alta foi 5,02%, e nas da Shell, 4,29%.
Os gerentes dos postos garantem que o consumidor tem aceitado o aumento com resignação. “O pessoal não tem reclamado muito, não. Eu esperava que reclamassem, mas já estão acostumados com o custo do país. Falam que só o que não sobe é o salário”, comentou Fábio Prado, gerente de posto na zona oeste da capital paulista.
Iara Hozoki, gerente de outro posto na mesma região fez avaliação parecida sobre o aumento. “Hoje ninguém mais se importa com isso”, ressaltou. Sentimento confirmado pela analista financeira Dulce Fernandes. “Eu vi que ia aumentar, mas já achava caro”, disse a cliente, que admitiu não ter percebido o novo preço.

A decisão da Petrobras de reajustar o preço da gasolina em 6,6% em suas refinarias já pesa no bolso do consumidor das zonas norte, oeste e sul da cidade do Rio. Diferentemente das previsões do governo, e do próprio Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes e de Lojas de Conveniência do Município do Rio de Janeiro (Sindicomb), o aumento variou de 3% a 10,6% conforme apurou a 'Agência Brasil'.


Muitos dos revendedores varejistas, no entanto, ainda aguardam a chegada de nova carga de derivados para aumentar os preços. Mas outros já reajustaram o preço do combustível que está nas bombas e nos tanques de armazenamento. Em um posto localizado nas proximidades dos Arcos da Lapa, por exemplo, o litro da gasolina comum já é vendido a R$ 3,09. Antes, era R$ 2,86, uma variação de 7,44%. O funcionário encarregado de abastecer os carros informou à 'Agência Brasil' que o posto ainda não havia recebido nova carga de combustível.


Em Botafogo, o motorista ainda conseguiu abastecer o carro por R$ 2,86 o litro. A expectativa entre a maioria dos donos de postos de gasolina, no entanto, é que até o próximo domingo os preços da gasolina sejam majorados na maioria dos revendedores da cidade.


A previsão do governo era que a alta nas bombas ficasse entre 4% e 4,5%. Já o Sindicomb previa uma variação um pouco maior: entre 4,5% e 5%. Há consenso entre alguns donos de postos ouvidos pela reportagem de que os preços que subiram acima das expectativas do governo e do sindicato acabem voltando para a margem prevista, e que o aumento fique em torno de 4,5%.


“O problema é que alguns comerciantes aproveitaram este primeiro momento, quando o consumidor ainda encontra-se confuso, para aumentar a sua margem de lucro e subiram o preço do litro do produto um pouco acima do necessário. Mas a própria concorrência vai acabar por forçá-los a baixar os preços”, admitiu um dono de um posto no Flamengo, que não quis se identificar.



Em São Paulo, valor sobe de 3% a 7%


Os reajustes nas bombas de combustível da capital paulista variaram de 3% a 7%, segundo  balanço preliminar do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de São Paulo (Sincopetro).


Os dados repassados à 'Agência Brasil' indicam um aumento médio de 2,97% ao consumidor final na gasolina comum nos postos da Petrobras. Nos postos da Shell, o preço nas bombas da gasolina comum subiu em média 3,65%. Nos de bandeira Ipiranga, a alta foi 5,02%.


Na maioria dos postos visitados pela 'Agência Brasil', no entanto, o aumento chegou a 7,7% na gasolina. Na maior parte desses estabelecimentos, todos na zona oeste, incluindo as principais bandeiras, o preço subiu de R$ 2,59 por litro para R$ 2,79.


O diretor financeiro do Sincopetro, Genaro Maresca, confirmou que alguns postos reajustaram os valores cobrados em mais de 7%. Porém, ele acredita que, em breve, esses valores devam cair. “Esse cara logo, logo, entra na concorrência do mercado”, disse.


O levantamento preliminar do Sincopetro indica que as distribuidoras da Petrobras que atendem aos postos de combustível da capital paulista repassaram um aumento médio de 4,69%. Nas da Ipiranga, a alta foi 5,02%, e nas da Shell, 4,29%.


Os gerentes dos postos garantem que o consumidor tem aceitado o aumento com resignação. “O pessoal não tem reclamado muito, não. Eu esperava que reclamassem, mas já estão acostumados com o custo do país. Falam que só o que não sobe é o salário”, comentou Fábio Prado, gerente de posto na zona oeste da capital paulista.


Iara Hozoki, gerente de outro posto na mesma região fez avaliação parecida sobre o aumento. “Hoje ninguém mais se importa com isso”, ressaltou. Sentimento confirmado pela analista financeira Dulce Fernandes. “Eu vi que ia aumentar, mas já achava caro”, disse a cliente, que admitiu não ter percebido o novo preço.

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