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Empresas

Funcionário eleito para conselho defende Petrobras independente

11/02/2014 | 12h07

 

O presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Silvio Sinedino, venceu ontem (10) a eleição e ocupará importante cadeira no conselho de administração da petroleira, com o objetivo de representar os funcionários da estatal entre 2014 e 2015. Sinedino, com 26 anos de Petrobras, é também conselheiro eleito da Petros e foi diretor do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ). Sua principal bandeira é a de independência em relação à direção da empresa e ao Governo Federal.
Em disputa acirrada, com diferença de 115 votos, Sinedino venceu o atual conselheiro José Maria Rangel, que é diretor de segurança, meio ambiente e saúde da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF). É a terceira vez que um empregado é eleito para o conselho, com a função de representar funcionários. O primeiro também foi Sinedino.
Sinedino recebeu 7.687 votos válidos (50,38%), enquanto Rangel obteve 7.572 votos válidos (49,62%). Um total de 15.693 petroleiros votaram, com 110 votos brancos e 324 votos nulos.
A posse do novo conselheiro, segundo a Petrobras, vai acontecer na primeira reunião do conselho, após a eleição formal do candidato indicado na assembleia geral dos acionistas, prevista para abril.
O conselho é hoje formado por dez membros, eleitos em assembleia geral ordinária para um ano, sendo sete indicados pelo governo, um pelos acionistas minoritários de ações ordinárias, um pelos acionistas de preferenciais e um pelos empregados.
Sinedino reforçou ontem que irá lutar por uma Petrobras mais independente do governo. Ele destacou que, muitas vezes, a empresa é prejudicada por decisões governamentais, como na questão da política de preços de combustíveis, que evita passar os preços internacionais da gasolina e do diesel para o mercado interno. "O governo não pode matar a galinha dos ovos de ouro", disse Sinedino ao 'Valor'.
Para o novo conselheiro, os funcionários também devem se envolver nestas questões. Ele destacou ainda a importância de lutar pela maior transparência da empresa. A cadeira tem acesso a importantes informações da estatal, inclusive com direito a voto nas decisões.

O presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet), Silvio Sinedino, venceu ontem (10) a eleição e ocupará importante cadeira no conselho de administração da petroleira, com o objetivo de representar os funcionários da estatal entre 2014 e 2015. Sinedino, com 26 anos de Petrobras, é também conselheiro eleito da Petros e foi diretor do Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ). Sua principal bandeira é a de independência em relação à direção da empresa e ao Governo Federal.

Em disputa acirrada, com diferença de 115 votos, Sinedino venceu o atual conselheiro José Maria Rangel, que é diretor de segurança, meio ambiente e saúde da Federação Única dos Petroleiros (FUP) e coordenador do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF). É a terceira vez que um empregado é eleito para o conselho, com a função de representar funcionários. O primeiro também foi Sinedino.

Sinedino recebeu 7.687 votos válidos (50,38%), enquanto Rangel obteve 7.572 votos válidos (49,62%). Um total de 15.693 petroleiros votaram, com 110 votos brancos e 324 votos nulos.

A posse do novo conselheiro, segundo a Petrobras, vai acontecer na primeira reunião do conselho, após a eleição formal do candidato indicado na assembleia geral dos acionistas, prevista para abril.

O conselho é hoje formado por dez membros, eleitos em assembleia geral ordinária para um ano, sendo sete indicados pelo governo, um pelos acionistas minoritários de ações ordinárias, um pelos acionistas de preferenciais e um pelos empregados.

Sinedino reforçou ontem que irá lutar por uma Petrobras mais independente do governo. Ele destacou que, muitas vezes, a empresa é prejudicada por decisões governamentais, como na questão da política de preços de combustíveis, que evita passar os preços internacionais da gasolina e do diesel para o mercado interno. "O governo não pode matar a galinha dos ovos de ouro", disse Sinedino ao 'Valor'.

Para o novo conselheiro, os funcionários também devem se envolver nestas questões. Ele destacou ainda a importância de lutar pela maior transparência da empresa. A cadeira tem acesso a importantes informações da estatal, inclusive com direito a voto nas decisões.

 



Fonte: Valor Econômico
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