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Rio Pipeline 2013

Fórum aborda investimentos na malha de gasodutos

26/09/2013 | 10h44
Fórum aborda investimentos na malha de gasodutos
IBP/Somafoto IBP/Somafoto

 

Fechando o segundo dia da Rio Pipeline 2013, o fórum sobre a expansão da malha de distribuição de gás no Brasil expôs aos congressistas um panorama dos investimentos realizados ao longo do ano de 2013 pelas distribuidoras em todo o país. Fabrício Bomtempo, Coordenador de Avaliação Técnico-Comercial da Gás e Energia da Petrobras, apresentou as ações que estão sendo realizadas pelas distribuidoras que possuem participação da Petrobras, em especial a Comgás (Companhia de Gás de São Paulo).
Bomtempo ressaltou o esforço que as distribuidoras têm feito para a extensão da rede e como a Petrobras orienta e acompanha os trabalhos ao longo de todo o processo. Durante a apresentação, ele apresentou um panorama dos locais onde a Petrobras está presente no país. Das 27 companhias constituídas no Brasil, a Gaspetro, braço da Petrobras para distribuição de gás, possui participação em 20 delas, o que representa 49% do volume comercial existente.
Com investimentos da ordem de R$ 400 milhões realizados ao longo de 2013, a Comgás obteve o maior percentual destes, com 41% do total, seguida pela CEG (RJ), com 15%, e Gasmig (MG), com 13%. O total investido pela Petrobras foi responsável por 3.997 km de redes construídas, o que representa 38% do total erguido no país no mesmo período.
Interferências de terceiros na rede de distribuição no Japão
Junici Akiyama, Superintendente Técnico da Mitsui Gás e Energia do Brasil, expôs a sua experiência em tratar as interferências de terceiros em redes de distribuição de gás no Japão. Como também é funcionário da Tokyo Gas, Akiyama relatou a importância do programa da empresa implantado em Tokyo desde 1969, quando uma grande onda de acidentes por obras de terceiros preocupou autoridades e concessionárias do país. 
Com mais de 11 milhões de clientes e uma rede de 58 mil km, a Tokyo Gas adotou um sistema de notificação das obras realizadas por terceiros em rede de distribuição a fim de evitar possíveis acidentes. O programa consiste em receber das concessionárias uma notificação das obras previstas, possibilitando assim a localização exata do gasoduto. Cada obra entra em um banco de dados detalhado da empresa e o local onde a obra será realizada recebe um selo de notificação da Tokyo Gas, atestando a demarcação correta do local.
Apenas em 2011, 62.391 notificações foram registradas. Ao longo dos anos, os estudos realizados mostraram que as obras que mais possuem registro de danos à rede são as relacionadas à concessionária de água e de manutenções e melhorias em estradas. Akiyama ressaltou que, infelizmente, o preenchimento incorreto do banco de dados ainda é uma etapa que precisa ser melhorada.

Abordando a a expansão da malha de distribuição de gás no Brasil, o fórum 'Expansão da rede de distribuição de gás natural' apresentou aos congressistas um panorama dos investimentos realizados ao longo do ano de 2013 pelas distribuidoras em todo o país.

O coordenador de Avaliação Técnico-Comercial de Gás e Energia da Petrobras, Fabrício Bomtempo, mostrou ações que estão sendo realizadas pelas distribuidoras que possuem participação da Petrobras, em especial a Comgás (Companhia de Gás de São Paulo). Segundo ele, das 27 companhias constituídas no Brasil, a Gaspetro, braço da Petrobras para distribuição de gás, possui participação em 20 delas. "Se olharmos o período de janeiro à julho (de 2013), essas dstribuidoras das quais temos participação via Gaspetro, foram responsáveis por 49% do volume comercializado no país", explicou.

Com investimentos da ordem de R$ 400 milhões realizados ao longo deste ano, a Comgás foi a que desembolsou o maior percentual, com 41% do total, seguida pela CEG (RJ), com 15%, e Gasmig (MG), com 13%. O total investido pela Petrobras foi responsável por 3.997 km das redes construídas, o que representa 38% do total erguido no país no mesmo período.

 

Interferências de terceiros na rede de distribuição no Japão

Junici Akiyama, superintendente Técnico da Mitsui Gás e Energia do Brasil, expôs a sua experiência em tratar as interferências de terceiros em redes de distribuição de gás no Japão. Como também é funcionário da Tokyo Gas, Akiyama relatou a importância do programa da empresa implantado em Tokyo desde 1969, quando uma grande onda de acidentes por obras de terceiros preocupou autoridades e concessionárias do país.

Com mais de 11 milhões de clientes e uma rede de 58 mil km, a Tokyo Gas adotou um sistema de notificação das obras realizadas por terceiros em rede de distribuição a fim de evitar possíveis acidentes. O programa consiste em receber das concessionárias uma notificação das obras previstas, possibilitando assim a localização exata do gasoduto. Cada obra entra em um banco de dados detalhado da empresa e o local onde a obra será realizada recebe um selo de notificação da Tokyo Gas, atestando a demarcação correta do local.

Apenas em 2011, 62.391 notificações foram registradas. Ao longo dos anos, os estudos realizados mostraram que as obras que mais possuem registro de danos à rede são as relacionadas à concessionária de água e de manutenções e melhorias em estradas. Akiyama ressaltou que, infelizmente, o preenchimento incorreto do banco de dados ainda é uma etapa que precisa ser melhorada.

 

*Na foto (da esquerda para a direita): coordenador de Avaliação Técnico-Comercial de Gás e Energia da Petrobras, Fabrício Bomtempo; gerente executiva de Gás e Energia da Petrobras, Angélica Laureano; e o superintendente Técnico da Mitsui Gás e Energia do Brasil, Junici Akiyama.



Fonte: Redação TN/ Ascom Rio Pipeline
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