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Finlandesa Wartsila anuncia início de obras no Porto do Açu

Investimento na planta será de R$ 50 milhões.

Folha de São Paulo
05/09/2013 15:50
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Em meio a uma série de más notícias para o grupo EBX, a finlandesa Wartsila anunciou na quarta-feira (4) que iniciou as obras para a construção da sua primeira unidade no Brasil no Porto do Açu, de Eike Batista, dando apoio ao projeto da LLX, empresa de logística do empresário.
Os inúmeros problemas enfrentados pelo grupo, que passa por uma forte reestruturação, inclusive com a venda de parte da LLX para a americana EIG, trouxe dúvida ao mercado sobre a continuidade dos projetos no entorno do porto, que teve sua entrada em operação confirmada para este ano.
Segundo a Wartsila, o investimento previsto é de R$ 50 milhões e deverá gerar entre 200 e 300 empregos diretos. A previsão é de conclusão da fábrica em um ano.
A Wartsila é líder global no fornecimento de motores e prestação de serviços para navios e usina termelétricas. A empresa escolheu o TX2 (Terminal 2 do porto) para instalar uma planta de montagem e produção de grupos geradores e motores de navio. Esta é a primeira unidade industrial brasileira da companhia, após décadas de atuação no Brasil.
A unidade no Porto do Açu ocupará uma área de 29.300 metros quadrados no canal do TX2 e também irá oferecer soluções e serviços nas áreas de energia e propulsão marítima. O contrato terá a duração de 30 anos, renováveis por mais 30 anos.
A empresa tem 600 funcionários no Brasil e já projetou e construiu 25 usinas térmicas no país, ultrapassando a marca de 2,4 gigawatts de potência instalada. Na área naval, a companhia tem no Brasil base instalada com capacidade superior a 800 megawatts, em mais de 200 navios e embarcações.
Além da Wratsila, estão confirmadas no porto a norueguesa NOV, terceira maior fabricante de tubos flexíveis do mundo, e a francesa Technip, líder mundial em gerenciamento de projetos, engenharia e construção para a indústria de óleo e gás. Ambas irão produzir tubos flexíveis para apoio a indústria offshore e a previsão é que comecem a operar ainda neste ano.
A americana InterMoor, líder global no fornecimento de serviços de ancoragem, fundações e serviços subaquáticos, também já começou a construção da sua unidade, que fica pronta este ano, segundo a LLX. Outras prestadoras de serviço como a Vallourec, Asco e a BP Marine (joint venture da BP com a EBX), também vão atuar no porto, que terá como cliente a Anglo American, que pretende movimentar 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano a partir do segundo semestre de 2014. O minério será transportado, da mina em Minas Gerais até o Superporto, por um mineroduto com 525 quilômetros de extensão, já em construção pela Anglo.
Desde o início do desenvolvimento do Porto do Açu, em 2007, até o segundo trimestre de 2013, a LLX já investiu R$ 2,8 bilhões, sendo R$ 2,313 bilhões na LLX Açu. A previsão é que, ainda neste segundo semestre de 2013 sejam investidos mais R$ 600 milhões pela LLX no porto.

Em meio a uma série de más notícias para o grupo EBX, a finlandesa Wartsila anunciou na quarta-feira (4) que iniciou as obras para a construção da sua primeira unidade no Brasil no Porto do Açu, de Eike Batista, dando apoio ao projeto da LLX, empresa de logística do empresário.


Os inúmeros problemas enfrentados pelo grupo, que passa por uma forte reestruturação, inclusive com a venda de parte da LLX para a americana EIG, trouxe dúvida ao mercado sobre a continuidade dos projetos no entorno do porto, que teve sua entrada em operação confirmada para este ano.


Segundo a Wartsila, o investimento previsto é de R$ 50 milhões e deverá gerar entre 200 e 300 empregos diretos. A previsão é de conclusão da fábrica em um ano.


A Wartsila é líder global no fornecimento de motores e prestação de serviços para navios e usina termelétricas. A empresa escolheu o TX2 (Terminal 2 do porto) para instalar uma planta de montagem e produção de grupos geradores e motores de navio. Esta é a primeira unidade industrial brasileira da companhia, após décadas de atuação no Brasil.


A unidade no Porto do Açu ocupará uma área de 29.300 metros quadrados no canal do TX2 e também irá oferecer soluções e serviços nas áreas de energia e propulsão marítima. O contrato terá a duração de 30 anos, renováveis por mais 30 anos.


A empresa tem 600 funcionários no Brasil e já projetou e construiu 25 usinas térmicas no país, ultrapassando a marca de 2,4 gigawatts de potência instalada. Na área naval, a companhia tem no Brasil base instalada com capacidade superior a 800 megawatts, em mais de 200 navios e embarcações.


Além da Wratsila, estão confirmadas no porto a norueguesa NOV, terceira maior fabricante de tubos flexíveis do mundo, e a francesa Technip, líder mundial em gerenciamento de projetos, engenharia e construção para a indústria de óleo e gás. Ambas irão produzir tubos flexíveis para apoio a indústria offshore e a previsão é que comecem a operar ainda neste ano.


A americana InterMoor, líder global no fornecimento de serviços de ancoragem, fundações e serviços subaquáticos, também já começou a construção da sua unidade, que fica pronta este ano, segundo a LLX. Outras prestadoras de serviço como a Vallourec, Asco e a BP Marine (joint venture da BP com a EBX), também vão atuar no porto, que terá como cliente a Anglo American, que pretende movimentar 26,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano a partir do segundo semestre de 2014. O minério será transportado, da mina em Minas Gerais até o Superporto, por um mineroduto com 525 quilômetros de extensão, já em construção pela Anglo.


Desde o início do desenvolvimento do Porto do Açu, em 2007, até o segundo trimestre de 2013, a LLX já investiu R$ 2,8 bilhões, sendo R$ 2,313 bilhões na LLX Açu. A previsão é que, ainda neste segundo semestre de 2013 sejam investidos mais R$ 600 milhões pela LLX no porto.

 

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