Rio Pipeline 2013

Feira apresenta novas tecnologias em revestimentos de dutos

Empresas do setor apresentam soluções para reduzir corrosão.

Redação TN/ Ascom Rio Pipeline
26/09/2013 09:48
Visualizações: 873

 

Rio Pipeline apresenta novas tecnologias em revestimentos de dutos
Empresas do setor apresentam soluções para reduzir corrosão de dutos na feira que reúne 150 participantes de 20 países
Um dos problemas mais crônicos pelo quais passam as companhias de petróleo e gás são os vazamentos em dutos, ocasionados, muitas das vezes, por corrosões. Líder global em soluções de revestimento de tubos, a Bredero Shaw, do grupo canadense ShawCor, apresenta, na Rio Pipeline 2013, o RPC ( Reinforced Polyethylene Coating), em português Revestimento de Polietileno Reforçado. Diferentemente dos revestimentos tradicionais, que utilizam três camadas de proteção, o RPC, que está sendo lançado este ano no Brasil, trabalha somente com duas camadas especiais. 
De acordo com Thierry Jahant, gerente de negócios da empresa, a maior diferença está na eliminação da camada adesiva, presente nos revestimentos tradicionais. “Essa camada serve para unir as outras duas, mas, dependendo das condições às quais o duto for exposto, sobretudo de temperatura, o tubo pode sofrer danos”, explica Jahant.
Para suprir a ausência da camada adesiva, o novo revestimento anticorrosivo da Bredero se utiliza de uma fusão química. Com esses novos componentes presentes no revestimento, explica Thierry, é possível fazer com que o duto tenha uma melhor performance e maior pressão. O gerente ressalta ainda que as conexões dos dutos, “onde geralmente incide a maior parte dos problemas”, também passam a ter mais resistência. Segundo ele, além do RPC, no local é aplicada uma manta termoretrátil, que deixa essa parte do tubo mais protegida. 
Outra solução para conexões de dutos está sendo lançada pela Tenaris, líder mundial em soluções tubulares para o mercado energético. A conexão TenarisHydril Blue foi desenvolvida especialmente para operações em águas profundas, que estarão ainda mais presentes no Brasil com o iminente leilão do pré-sal. O equipamento pioneiro foi especialmente projetado para ser utilizado em aplicações com top tensioned riser e high pressure drilling risers, nos quais são necessários níveis excepcionais de resistência, sobretudo no que diz respeito à vedação. Pioneira no segmento, a junta Hydril Blue possui uma geometria em rosca com ranhura elíptica, que reduz a concentração de tensão e melhora a resistência ao desgaste. Além disso, pelo fato de ambos (duto e conexão) serem feitos de metal, o risco de galling é menor, o que melhora o desempenho da vedação de gás.  
Petrobras tem monitoramento em tempo real 
Quem passa pelo estande da Petrobras percebe seis telas conectadas e operadas de forma simultânea. É assim o trabalho dos 20 operadores da empresa, que expõe seu sistema de monitoramento de oleodutos e gasodutos na Rio Pipeline. Pelo software, que funciona em tempo real na feira, é possível acompanhar a distribuição de gás, óleo e derivados da estatal por todo o país. O monitoramento constante, que é realizado via satélite e por fibra ótica, permite à companhia, entre outros pontos, prever e corrigir vazamentos. Ao todo, Petrobras e Transpetro têm hoje 11 estações de compressões de gás e contam com 41 grandes máquinas.       

Um dos problemas mais crônicos pelo quais passam as companhias de petróleo e gás são os vazamentos em dutos, ocasionados, muitas das vezes, por corrosões. Líder global em soluções de revestimento de tubos, a Bredero Shaw, do grupo canadense ShawCor, apresenta, na Rio Pipeline 2013, o RPC (Reinforced Polyethylene Coating), em português Revestimento de Polietileno Reforçado. Diferentemente dos revestimentos tradicionais, que utilizam três camadas de proteção, o RPC, que está sendo lançado este ano no Brasil, trabalha somente com duas camadas especiais. 


De acordo com Thierry Jahant, gerente de negócios da empresa, a maior diferença está na eliminação da camada adesiva, presente nos revestimentos tradicionais. “Essa camada serve para unir as outras duas, mas, dependendo das condições às quais o duto for exposto, sobretudo de temperatura, o tubo pode sofrer danos”, explica Jahant.


Para suprir a ausência da camada adesiva, o novo revestimento anticorrosivo da Bredero se utiliza de uma fusão química. Com esses novos componentes presentes no revestimento, explica Thierry, é possível fazer com que o duto tenha uma melhor performance e maior pressão. O gerente ressalta ainda que as conexões dos dutos, “onde geralmente incide a maior parte dos problemas”, também passam a ter mais resistência. Segundo ele, além do RPC, no local é aplicada uma manta termoretrátil, que deixa essa parte do tubo mais protegida. 


Outra solução para conexões de dutos está sendo lançada pela Tenaris, líder mundial em soluções tubulares para o mercado energético. A conexão TenarisHydril Blue foi desenvolvida especialmente para operações em águas profundas, que estarão ainda mais presentes no Brasil com o iminente leilão do pré-sal. O equipamento pioneiro foi especialmente projetado para ser utilizado em aplicações com top tensioned riser e high pressure drilling risers, nos quais são necessários níveis excepcionais de resistência, sobretudo no que diz respeito à vedação. Pioneira no segmento, a junta Hydril Blue possui uma geometria em rosca com ranhura elíptica, que reduz a concentração de tensão e melhora a resistência ao desgaste. Além disso, pelo fato de ambos (duto e conexão) serem feitos de metal, o risco de galling é menor, o que melhora o desempenho da vedação de gás.  

Petrobras tem monitoramento em tempo real 

 

No estande da Petrobras os visitantes podem conferir seis telas conectadas e operadas de forma simultânea. É assim o trabalho dos 20 operadores da empresa, que expõe seu sistema de monitoramento de oleodutos e gasodutos na Rio Pipeline. Pelo software, que funciona em tempo real na feira, é possível acompanhar a distribuição de gás, óleo e derivados da estatal por todo o país. O monitoramento constante, que é realizado via satélite e por fibra ótica, permite à companhia, entre outros pontos, prever e corrigir vazamentos. Ao todo, Petrobras e Transpetro têm hoje 11 estações de compressões de gás e contam com 41 grandes máquinas.       

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