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Economia

Faturamento da indústria do Rio recuou 1,5% em julho

03/09/2012 | 14h36

 

As vendas da indústria fluminense recuaram 1,5% em julho em comparação com o mês anterior. O setor de outros equipamentos de transporte (principalmente equipamentos da indústria naval, como navios e plataformas) foi responsável pelo cenário negativo, com desempenho de - 46,25%, devido à finalização de encomendas de grande porte. O indicador de faturamento também apresentou queda nas comparações com o ano passado, com retração de 5,7% em relação a julho de 2011 e de 3,5% no acumulado do ano. As informações estão no estudo Indicadores Industriais, que a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulga nesta segunda-feira (3).
No mercado de trabalho, a indústria fluminense recuou 0,61% no mês de julho, o que representou a dispensa de cerca de 2.800 trabalhadores. Entre os setores com variação negativa, abaixo da média da indústria, destacaram-se minerais não metálicos (-9,17%), veículos automotores (-3,50%), máquinas, aparelhos e material elétrico (-3,28%) e outros equipamentos de transporte (-0,74%).
A comparação com julho do ano passado revela retração de 0,49% do pessoal ocupado, com redução expressiva nos setores de minerais não metálicos (-18,10%), têxteis (-11,56%) e veículos automotores (-7,16%). Em contrapartida, três dos 16 setores avaliados pelo estudo chamaram atenção pela variação positiva em doze meses: material eletrônico e comunicação (+11,61%), outros equipamentos de transporte (+9,50%) e máquinas e equipamentos (+6,56%).
Massa salarial avançou 4,8% no acumulado do ano
A massa salarial ficou praticamente estável (+0,1%) em julho. O setor que apresentou maior alta foi alimentos e bebidas (+8,60%), seguido por produtos químicos (+3,41%), produtos de metal (+2,53%), edição e impressão (+1,77%), máquinas e equipamentos (+1,36%) e têxteis (+0,57%), em função, principalmente, do maior pagamento de horas extras e adicionais permanentes.
O indicador de massa salarial registrou alta de 0,6% na comparação com julho de 2011 e de 4,8% no acumulado do ano. As maiores variações positivas de janeiro a julho deste ano foram observadas em máquinas, aparelhos e material elétrico (+27,42%), veículos automotores (+15,47%), máquinas e equipamentos (+13,28%), vestuário (+12,68%) e edição e impressão (+12,31%). No mesmo período, os únicos setores que revelaram queda foram têxteis (-10,70%), metalurgia básica (-5,37%) e minerais não metálicos (-3,27%).
Os indicadores de produção registraram avanço no mês, embora tenham permanecido em patamar inferior ao observado um ano antes. As horas trabalhadas cresceram 1% em julho, mas recuaram 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. A utilização da capacidade instalada da indústria fluminense (81,6%) apresentou alta de 0,4% na passagem mensal com queda de 1,9% frente ao mesmo mês de 2011.

As vendas da indústria fluminense recuaram 1,5% em julho em comparação com o mês anterior. O setor de outros equipamentos de transporte (principalmente equipamentos da indústria naval, como navios e plataformas) foi responsável pelo cenário negativo, com desempenho de -46,25%, devido à finalização de encomendas de grande porte. O indicador de faturamento também apresentou queda nas comparações com o ano passado, com retração de 5,7% em relação a julho de 2011 e de 3,5% no acumulado do ano. As informações estão no estudo Indicadores Industriais, que a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) divulga nesta segunda-feira (3).


No mercado de trabalho, a indústria fluminense recuou 0,61% no mês de julho, o que representou a dispensa de cerca de 2.800 trabalhadores. Entre os setores com variação negativa, abaixo da média da indústria, destacaram-se minerais não metálicos (-9,17%), veículos automotores (-3,50%), máquinas, aparelhos e material elétrico (-3,28%) e outros equipamentos de transporte (-0,74%).


A comparação com julho do ano passado revela retração de 0,49% do pessoal ocupado, com redução expressiva nos setores de minerais não metálicos (-18,10%), têxteis (-11,56%) e veículos automotores (-7,16%). Em contrapartida, três dos 16 setores avaliados pelo estudo chamaram atenção pela variação positiva em doze meses: material eletrônico e comunicação (+11,61%), outros equipamentos de transporte (+9,50%) e máquinas e equipamentos (+6,56%).



Massa salarial avançou 4,8% no acumulado do ano


A massa salarial ficou praticamente estável (+0,1%) em julho. O setor que apresentou maior alta foi alimentos e bebidas (+8,60%), seguido por produtos químicos (+3,41%), produtos de metal (+2,53%), edição e impressão (+1,77%), máquinas e equipamentos (+1,36%) e têxteis (+0,57%), em função, principalmente, do maior pagamento de horas extras e adicionais permanentes.


O indicador de massa salarial registrou alta de 0,6% na comparação com julho de 2011 e de 4,8% no acumulado do ano. As maiores variações positivas de janeiro a julho deste ano foram observadas em máquinas, aparelhos e material elétrico (+27,42%), veículos automotores (+15,47%), máquinas e equipamentos (+13,28%), vestuário (+12,68%) e edição e impressão (+12,31%). No mesmo período, os únicos setores que revelaram queda foram têxteis (-10,70%), metalurgia básica (-5,37%) e minerais não metálicos (-3,27%).


Os indicadores de produção registraram avanço no mês, embora tenham permanecido em patamar inferior ao observado um ano antes. As horas trabalhadas cresceram 1% em julho, mas recuaram 3,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. A utilização da capacidade instalada da indústria fluminense (81,6%) apresentou alta de 0,4% na passagem mensal com queda de 1,9% frente ao mesmo mês de 2011.

 



Fonte: Redação
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