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Parceria

Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation firma parcerias com as universidades de Princeton e Queensland

25/03/2020 | 17h09

Duas importantes colaborações entre o Fapesp Shell Research Centre for Gas Innovation e universidades do exterior, com foco na transição energética, prometem render bons frutos para as instituições participantes neste ano. A primeira é com a Universidade de Princeton, dos EUA, que foi aprovada em um edital do Programa Institucional de Internacionalização (PRINT) – uma parceira da Universidade de São Paulo (USP) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), regida pela AUCANI. A segunda é um projeto junto à Universidade de Queensland, da Austrália, contemplado pelo programa SPRINT (São Paulo Researchers in International Collaboration), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

"São propostas que comprovam o quanto estamos conseguindo nos internacionalizar, e que não são fundamentalmente técnicas, no tocante à abordagem da temática tratada. Elas focam a transição energética como um processo mais amplo, multidisciplinar, o que é um mérito do RCGI, pois multidisciplinaridade sempre foi uma de nossas principais características", resume a diretora de Liderança e Recursos Humanos do RCGI, Karen Mascarenhas (foto).

A parceria com a Universidade de Princeton terá como responsável científica, pelo RCGI, a professora Suani Coelho, do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (IEE/USP), que há décadas se dedica a estudar o papel da biomassa na matriz energética brasileira. Pelo lado da Princeton, o representante será o professor Eric Larson, que esteve no Brasil em outubro passado para participar da Energy Transition Research & Innovation (ETRI) – conferência internacional organizada anualmente pelo RCGI em São Paulo.

Rapid Switch – Larson coordena um projeto ambicioso, o Rapid Switch, que estuda como acelerar a transição energética em diferentes partes do mundo; bem como diminuir os gargalos, as barreiras e as consequências não intencionais que podem emergir em diferentes setores e regiões do globo neste movimento. Atualmente, além dos EUA, fazem parte do projeto Austrália, China e Índia. O Brasil estrará no projeto por meio da parceria viabilizada pelo RCGI.

Além de Suani Coelho, farão parte desse projeto o diretor científico do RCGI, Julio Meneghini, e os professores Alexandre Szklo (COPPE/UFRJ) e Celma Oliveira (RCGI/Poli-USP), além de Karen Mascarenhas e do pesquisador Marcelo Moreira, da Agroícone –grupo de pesquisa privado voltado para as questões de agricultura e mudança de uso da terra.

"No projeto, serão envolvidas várias instituições de pesquisa brasileiras, de diferentes estados, para abarcar uma visão regional e nacional. O objetivo é ter, como resultados, modelos e cenários futuros considerando diferentes tecnologias. Isso contribuirá para a formulação de propostas de políticas públicas voltadas para a condução da transição energética no país", explica Suani.

Sinergia nas propostas – Já o projeto da parceria com a Universidade de Queensland será feito com pesquisadores da Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Tecnologia da Informação dessa instituição. A representante da Queensland no projeto será a professora Peta Ashworth, que esteve duas vezes no Brasil e proferiu palestras no RCGI, uma delas sobre percepção pública acerca de projetos de Carbon Capture and Storage (CCS), e outra sobre o tema transição energética.

"Nesses encontros foi identificada uma série de possíveis sinergias entre as duas instituições em torno do tema transição energética, que demanda investigação mais aprofundada. Este financiamento é uma oportunidade para amalgamar a colaboração em pesquisa e consolidar uma parceria entre as duas instituições", explica a responsável técnica pela proposta, a pesquisadora Drielli Peyerl.

Como parte das atividades envolvidas neste processo, Peta estará novamente no Brasil entre setembro e outubro deste ano como key note speaker da próxima ETRI. Com ela também virá o professor Andrew Garnett, diretor do Centre for Natural Gas, também da Universidade de Queensland. Em contrapartida, parte da equipe brasileira irá à Austrália ministrar workshops sobre o tema, ainda em 2020, aprofundando as discussões sobre o papel do gás natural e da CCS na transição energética, tanto na Austrália quanto no Brasil.

Sobre o RCGI: O FAPESP SHELL Research Centre for Gas Innovation (RCGI) é um centro de pesquisa financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e pela Shell. Conta com cerca de 400 pesquisadores que atuam em 46 projetos de pesquisa, divididos em cinco programas: Engenharia; Físico/Química; Políticas de Energia e Economia; Abatimento de CO2; e Geofísica. O Centro desenvolve estudos avançados no uso sustentável do gás natural, biogás, hidrogénio, gestão, transporte, armazenamento e uso de CO2. Saiba mais em: https://www.rcgi.poli.usp.br/pt-br/



Fonte: Redação/Assessoria
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