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EY lança Centro de Energia e Recursos Naturais no Rio de Janeiro

Nova unidade contará com 280 profissionais.

Redação TN
10/04/2014 13:29
EY lança Centro de Energia e Recursos Naturais no Rio de Janeiro Imagem: Divulgação Visualizações: 1787

 

A EY (antiga Ernst & Young) lançou ontem o Centro de Energia e Recursos Naturais, durante evento para líderes da indústria de petróleo e gás no Rio de Janeiro. O Centro possui receita de cerca de R$ 250 milhões por ano, equivalente a quase 20% do total da EY no Brasil. São mais de 280 profissionais, sendo 30 em cargos executivos (gerentes, diretores e sócios) atuando em projetos de indústrias segmentadas como petróleo, gás, mineração, siderurgia, energia renovável e distribuição de energia. 
  
A inauguração contou com a presença de importantes executivos da área de petróleo e gás, muitos deles clientes da EY. Dentre eles, Arno Duarte, gerente da Petrobras – Unidade de Operação Rio; Marcelo Menicucci, diretor estratégico da BG Brasil; Gérard Pelé, diretor da Total Brasil; José Firmo, presidente da Schlumberger no Brasil; André Araújo, presidente da Shell no Brasil; Marcos Tavarez, presidente da Gas Energy; Marcelo Haddad, diretor executivo da Rio Negócios; e Oswaldo Pedrosa, presidente da Pré-Sal Petróleo (PPSA), empresa estatal criada para gerenciar e fiscalizar contratos de exploração de petróleo sob regime de partilha nos campos do pré-sal.
“Essa iniciativa da EY no Brasil vem ao encontro do crescimento qualitativo do setor. O Centro terá papel fundamental nas discussões envolvendo o futuro da indústria de petróleo e gás no País, gerando estudos e análises e propondo soluções para o setor, afirma Carlos Assis, sócio líder do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY. “Nele, estarão reunidos os mais qualificados profissionais, aptos a oferecer serviços inovadores e customizados de auditoria, impostos, transações e consultoria”, completa Assis. 
Para o líder global de mercados emergentes da EY no setor de Oil & Gas, Alexandre Oliveira, “a nova unidade da EY no Brasil será um ponto de referência na América Latina, estimulando a geração de conhecimento que poderá ser compartilhado com os mercados internacionais.”
O lançamento do Centro foi marcado por dois painéis de debates com especialistas e líderes de grandes companhias do setor. “O Brasil tem um ótimo histórico de respeito aos contratos e isso é fundamental para atrair investidores. Temos de manter essa postura de cumprimento das regras”, afirma Marcelo Menicucci, diretor estratégico da BG Brasil que participou das discussões do primeiro painel “Atuais oportunidades e desafios na exploração de petróleo e gás no Brasil”. Além da importância da estabilidade regulatória, os executivos destacaram ainda que é preciso melhorar alguns aspectos que hoje prejudicam o setor: gargalos logísticos e de infraestrutura e falta de mão de obra qualificada para a indústria óleo e gás.
A falta de formação de profissionais foi destacada também por Marcelo Haddad, presidente da Rio Negócios. “Talento e mão de obra qualificada são pontos cruciais para o desenvolvimento da indústria de petróleo no Brasil e tanto o Governo quanto as empresas têm a obrigação de investir nisso e atrair para o País escolas internacionais de formação.” afirma Haddad. Arno Duarte, gerente unidade de operações Rio da Petrobras, concorda e afirma que o momento é de união de esforços. “Hoje é hora de nos esforçamos para gerar benefício mútuo, criando um círculo virtuoso que gere aprendizado e novas oportunidades para a indústria de petróleo no Brasil”, diz Duarte. 
Durante o segundo painel “Pré Sal: O futuro da indústria de petróleo e gás no Brasil”, especialistas comentaram sobre a fundação da PPSA. Segundo os executivos da Shell, a primeira reação do mercado foi de insatisfação, pois as grandes empresas querem liberdade de atuação. Mas na medida em que a perspectiva de eficiência para o projeto de Libra cresceu, a indústria se sentiu mais confortável. 
  
Para o diretor da Total Brasil, Gérard Pelé, a escolha dos líderes da PPSA foi fundamental para a segurança do consórcio de Libra. “Incialmente levantamos muitas questões, mas um ponto importante foi a nomeação dos diretores da PPSA”, afirma o executivo. 
O evento de lançamento do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY foi realizado em conjunto com a TOGY – The Oil & Gas Year, guia anual lançado em 101 países sobre as mais de 30 nações produtoras de petróleo e gás. 
Durante a inauguração do Centro, a EY lançou o Glossário de Conteúdo Local de Petróleo e Gás, trabalho pioneiro que reúne de forma objetiva os termos, palavras e expressões sobre conteúdo local na indústria do petróleo. A ideia é auxiliar profissionais e executivos da indústria a analisar com rapidez o significado e a base legal de cada verbete.

A EY (antiga Ernst & Young) lançou ontem o Centro de Energia e Recursos Naturais, durante evento para líderes da indústria de petróleo e gás no Rio de Janeiro. O Centro possui receita de cerca de R$ 250 milhões por ano, equivalente a quase 20% do total da EY no Brasil. São mais de 280 profissionais, sendo 30 em cargos executivos (gerentes, diretores e sócios) atuando em projetos de indústrias segmentadas como petróleo, gás, mineração, siderurgia, energia renovável e distribuição de energia.  

 
A inauguração contou com a presença de importantes executivos da área de petróleo e gás, muitos deles clientes da EY. Dentre eles, Arno Duarte, gerente da Petrobras – Unidade de Operação Rio; Marcelo Menicucci, diretor estratégico da BG Brasil; Gérard Pelé, diretor da Total Brasil; José Firmo, presidente da Schlumberger no Brasil; André Araújo, presidente da Shell no Brasil; Marcos Tavarez, presidente da Gas Energy; Marcelo Haddad, diretor executivo da Rio Negócios; e Oswaldo Pedrosa, presidente da Pré-Sal Petróleo (PPSA), empresa estatal criada para gerenciar e fiscalizar contratos de exploração de petróleo sob regime de partilha nos campos do pré-sal.


“Essa iniciativa da EY no Brasil vem ao encontro do crescimento qualitativo do setor. O Centro terá papel fundamental nas discussões envolvendo o futuro da indústria de petróleo e gás no País, gerando estudos e análises e propondo soluções para o setor, afirma Carlos Assis, sócio líder do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY. “Nele, estarão reunidos os mais qualificados profissionais, aptos a oferecer serviços inovadores e customizados de auditoria, impostos, transações e consultoria”, completa Assis. 


Para o líder global de mercados emergentes da EY no setor de Oil & Gas, Alexandre Oliveira, “a nova unidade da EY no Brasil será um ponto de referência na América Latina, estimulando a geração de conhecimento que poderá ser compartilhado com os mercados internacionais.”


O lançamento do Centro foi marcado por dois painéis de debates com especialistas e líderes de grandes companhias do setor. “O Brasil tem um ótimo histórico de respeito aos contratos e isso é fundamental para atrair investidores. Temos de manter essa postura de cumprimento das regras”, afirma Marcelo Menicucci, diretor estratégico da BG Brasil que participou das discussões do primeiro painel “Atuais oportunidades e desafios na exploração de petróleo e gás no Brasil”. Além da importância da estabilidade regulatória, os executivos destacaram ainda que é preciso melhorar alguns aspectos que hoje prejudicam o setor: gargalos logísticos e de infraestrutura e falta de mão de obra qualificada para a indústria óleo e gás.


A falta de formação de profissionais foi destacada também por Marcelo Haddad, presidente da Rio Negócios. “Talento e mão de obra qualificada são pontos cruciais para o desenvolvimento da indústria de petróleo no Brasil e tanto o Governo quanto as empresas têm a obrigação de investir nisso e atrair para o País escolas internacionais de formação.” afirma Haddad. Arno Duarte, gerente unidade de operações Rio da Petrobras, concorda e afirma que o momento é de união de esforços. “Hoje é hora de nos esforçamos para gerar benefício mútuo, criando um círculo virtuoso que gere aprendizado e novas oportunidades para a indústria de petróleo no Brasil”, diz Duarte. 


Durante o segundo painel “Pré Sal: O futuro da indústria de petróleo e gás no Brasil”, especialistas comentaram sobre a fundação da PPSA. Segundo os executivos da Shell, a primeira reação do mercado foi de insatisfação, pois as grandes empresas querem liberdade de atuação. Mas na medida em que a perspectiva de eficiência para o projeto de Libra cresceu, a indústria se sentiu mais confortável. Para o diretor da Total Brasil, Gérard Pelé, a escolha dos líderes da PPSA foi fundamental para a segurança do consórcio de Libra. “Incialmente levantamos muitas questões, mas um ponto importante foi a nomeação dos diretores da PPSA”, afirma o executivo. 


O evento de lançamento do Centro de Energia e Recursos Naturais da EY foi realizado em conjunto com a TOGY – The Oil & Gas Year, guia anual lançado em 101 países sobre as mais de 30 nações produtoras de petróleo e gás. Durante a inauguração do Centro, a EY lançou o Glossário de Conteúdo Local de Petróleo e Gás, trabalho pioneiro que reúne de forma objetiva os termos, palavras e expressões sobre conteúdo local na indústria do petróleo. A ideia é auxiliar profissionais e executivos da indústria a analisar com rapidez o significado e a base legal de cada verbete.

 

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