Produção

EUA aprovam plataforma da Petrobras no Golfo do México

A Petrobras informou ter recebido autorização para instalar uma plataforma flutuante do tipo Floating Production, Storage and Offloading (FPSO) nos campos de Cascade e Chinook, no lado americano do Golfo do México. A aprovação, inédita na região, foi dada pela Mineral Management S

Da redação
14/12/2006 00:00
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De acordo com a Petrobras,  a aplicação de novas tecnologias possibilitará o desenvolvimento mais acelerado dos campos, cujo início de produção está previsto para 2009. A Petrobras é a operadora nos campos de Cascade e Chinook, com participações de 50% e 66,7%, respectivamente. A Devon Energy Corporation possui o restante da participação em Cascade, e a Total E&P USA, subsidiária da Total, possui 33,33% de Chinook.

O plano de desenvolvimento prevê a instalação e operação da plataforma  FPSO numa lâmina dágua de aproximadamente 2,5 mil metros. Na primeira fase, dois poços submarinos em Cascade e um em Chinook, cada um com aproximadamente 8,2 mil metros de profundidade, serão interligados. O escoamento da produção de óleo e gás será feito por navio aliviador e gasoduto, respectivamente. Novos poços poderão ser interligados em função do comportamento dos reservatórios.

Estudos mais detalhados de engenharia darão prosseguimento ao processo, incluindo a elaboração do Plano Operacional de Águas Profundas, que incluirá todo detalhamento técnico demonstrando se estas tecnologias atenderão ou excederão as exigências para operações no Golfo do México.

Segundo a assessoria, a Petrobras propôs a utilização de seis novas tecnologias ainda não aplicadas no setor americano do Golfo do México, incluindo o FPSO com turret desconectável, que permite a sua remoção durante a passagem de furacões e outras intemperies. As outras tecnologias são o transporte de óleo por navio aliviador, bombas submersas, risers auto-sustentáveis, estacas torpedo e linhas de ancoragem de polyester.

Em toda parte americana do Golfo do México a Petrobras possui a concessão de 287 blocos e prevê investimentos de US$ 2,7 bilhões entre 2007 e 2011, o maior montante da empresa fora do Brasil.

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