Hidrelétrica

Estudos de Impacto Ambiental do Complexo Tapajós ficam prontos em dezembro

Afirmação é da Eletrobras.

Agência Brasil
16/08/2013 10:50
Visualizações: 857

 

A Eletrobras confirmou que planeja entregar ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em 15 de dezembro, os estudos de Impacto Ambiental (EIA) necessários à obtenção das licenças para construção das usinas hidrelétricas de São Luiz do Tapajós e de Jatobá, no Rio Tapajós, no oeste do Pará.
A data da entrega foi confirmada na quarta-feira (14), em Belém (PA), pelo superintendente de geração da Eletrobras, Sidney Lago, e pelo secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Francisco Romário Wojcicki.
Controlada pelo governo brasileiro, a Eletrobras coordena o chamado Grupo de Estudos do Tapajós, responsável pelas análises da viabilidade ambiental dos empreendimentos e de aproveitamento hidroelétrico do Rio Tapajós. Também fazem parte do grupo as companhias Eletronorte, GDF Suez, Cemig, Copel, Neoenergia, EDF, Endesa Brasil e Camargo Corrêa.
O projeto inicial prevê que a Usina de São Luiz do Tapajós seja construída em Itaituba (PA) e que opere com uma potência instalada de 6.133 megawatts (MW). A Usina de Jatobá deverá ser instalada entre os municípios paraenses de Jacareacanga e Trairão, com 2.338 MW de potência.
Autorizado pelo governo federal, o grupo de estudo retomou, na última segunda-feira (12), as pesquisas sobre a flora e fauna da região e de aproveitamento hídrico do Rio Tapajós. Os resultados, segundo o Ministério de Minas e Energia, são necessários para a conclusão dos Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/Rima). Além disso, os dados fornecerão subsídios às futuras audiências e consultas públicas. Ainda de acordo com o ministério, o cadastramento socioeconômico dos moradores da região também vão ser retomados.
Os trabalhos estavam suspensos desde junho, quando índios mundurukus contrários aos empreendimentos fizeram reféns três biólogos que prestavam serviços à Eletrobras. Entre outras coisas, os índios cobram a regulamentação da Convenção 169  da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A norma internacional, da qual o Brasil é signatário, prevê que comunidades indígenas sejam consultadas previamente sobre iniciativas que afetem seus interesses.
Ao negociar a libertação dos três pesquisadores, assessores da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério da Justiça (MJ) acertaram que os estudos seriam suspensos e que líderes mundurukus e representantes do governo federal se reuniriam para discutir o processo de consulta às comunidades indígenas afetadas pelo empreendimento.
Na semana passada, quando anunciou que os estudos seriam retomados, o Ministério de Minas e Energia informou que já havia comunicado à Fundação Nacional do Índio (Funai) e que esta havia avisado às lideranças indígenas da região sobre a presença dos pesquisadores e técnicos. Ontem, em Belém, o secretário executivo adjunto do ministério acrescentou que as duas equipes de pesquisadores vão envolver mais de 200 profissionais que não vão ingressar em terras indígenas.
A primeira equipe, de Jatobá, deverá concluir os trabalhos em 10 de setembro. A segunda, de São Luiz do Tapajós, deve encerrar as pesquisas em 20 de novembro.

A Eletrobras confirmou que planeja entregar ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em 15 de dezembro, os estudos de Impacto Ambiental (EIA) necessários à obtenção das licenças para construção das usinas hidrelétricas de São Luiz do Tapajós e de Jatobá, no Rio Tapajós, no oeste do Pará.


A data da entrega foi confirmada na quarta-feira (14), em Belém (PA), pelo superintendente de geração da Eletrobras, Sidney Lago, e pelo secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Francisco Romário Wojcicki.


Controlada pelo governo brasileiro, a Eletrobras coordena o chamado Grupo de Estudos do Tapajós, responsável pelas análises da viabilidade ambiental dos empreendimentos e de aproveitamento hidroelétrico do Rio Tapajós. Também fazem parte do grupo as companhias Eletronorte, GDF Suez, Cemig, Copel, Neoenergia, EDF, Endesa Brasil e Camargo Corrêa.


O projeto inicial prevê que a Usina de São Luiz do Tapajós seja construída em Itaituba (PA) e que opere com uma potência instalada de 6.133 megawatts (MW). A Usina de Jatobá deverá ser instalada entre os municípios paraenses de Jacareacanga e Trairão, com 2.338 MW de potência.


Autorizado pelo governo federal, o grupo de estudo retomou, na última segunda-feira (12), as pesquisas sobre a flora e fauna da região e de aproveitamento hídrico do Rio Tapajós. Os resultados, segundo o Ministério de Minas e Energia, são necessários para a conclusão dos Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/Rima). Além disso, os dados fornecerão subsídios às futuras audiências e consultas públicas. Ainda de acordo com o ministério, o cadastramento socioeconômico dos moradores da região também vão ser retomados.


Os trabalhos estavam suspensos desde junho, quando índios mundurukus contrários aos empreendimentos fizeram reféns três biólogos que prestavam serviços à Eletrobras. Entre outras coisas, os índios cobram a regulamentação da Convenção 169  da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A norma internacional, da qual o Brasil é signatário, prevê que comunidades indígenas sejam consultadas previamente sobre iniciativas que afetem seus interesses.


Ao negociar a libertação dos três pesquisadores, assessores da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério da Justiça (MJ) acertaram que os estudos seriam suspensos e que líderes mundurukus e representantes do governo federal se reuniriam para discutir o processo de consulta às comunidades indígenas afetadas pelo empreendimento.


Na semana passada, quando anunciou que os estudos seriam retomados, o Ministério de Minas e Energia informou que já havia comunicado à Fundação Nacional do Índio (Funai) e que esta havia avisado às lideranças indígenas da região sobre a presença dos pesquisadores e técnicos. Ontem, em Belém, o secretário executivo adjunto do ministério acrescentou que as duas equipes de pesquisadores vão envolver mais de 200 profissionais que não vão ingressar em terras indígenas.


A primeira equipe, de Jatobá, deverá concluir os trabalhos em 10 de setembro. A segunda, de São Luiz do Tapajós, deve encerrar as pesquisas em 20 de novembro.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Petroquímica
Petrobras assina novos contratos de longo prazo com a Br...
19/12/25
Energia Eólica
ENGIE inicia operação comercial total do Conjunto Eólico...
18/12/25
Parceria
Energia renovável no Brasil: Petrobras e Lightsource bp ...
18/12/25
Biorrefinaria
Inpasa anuncia nova biorrefinaria em Rondonópolis (MT) e...
18/12/25
iBEM26
Startup Day vai mostrar tendências e inovações do setor ...
17/12/25
PD&I
Rio ganha novo Centro de Referência em Tecnologia da Inf...
17/12/25
Etanol de milho
Produção de etanol de milho cresce, mas disputa por biom...
17/12/25
Gás Natural
Produção de gás natural bate recorde no Brasil, e consum...
17/12/25
Biodiesel
ANP reúne representantes de laboratórios para discussões...
17/12/25
Pré-Sal
Cerimônia marca início da produção do campo de Bacalhau,...
17/12/25
Logística
Santos Brasil recebe autorização para operar com capacid...
16/12/25
Indicadores
ETANOL/CEPEA: Indicadores são os maiores da safra 25/26
16/12/25
Sergipe
Projeto Sergipe Águas Profundas reforça expansão da ofer...
15/12/25
Etanol
Hidratado sobe pela 9ª semana seguida
15/12/25
Meio Ambiente
Shell Brasil, Petrobras e CCARBON/USP lançam o Carbon Co...
12/12/25
Energia Solar
Desafios de topografia na geração de energia solar: conh...
12/12/25
Oferta Permanente
Seminário da ANP apresenta informações sobre a Oferta Pe...
12/12/25
Drilling
SLB conclui a construção do primeiro poço de injeção de ...
12/12/25
Drilling
Shell assina contrato com a Valaris para uso de sonda of...
12/12/25
Royalties
Estudo revela proporção de royalties na receita municipa...
12/12/25
Sergipe Oil & Gas 2026
SOG26 destaca Sergipe como nova fronteira na produção de...
12/12/25
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.