Política

EPE e MME lançam estudo que mapeia áreas de exploração de petróleo

Documento será atualizado a cada dois anos.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
10/10/2013 16:15
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A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e o Ministério de Minas e Energia (MME) lançaram nesta quinta-feira (10) o estudo de Zoneamento Nacional de Recursos de Óleo e Gás. Trata-se de uma base de dados georreferenciada que mapeia zonas de importância relativa ao desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no país. O documento foi desenvolvido pela EPE, sob a coordenação do MME e com o apoio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O documento, que será atualizado a cada dois anos, servirá de base para o planejamento de áreas para as rodadas de licitação, para a tomada de decisões sobre estudos, pesquisas, projetos, atividades e serviços de levantamentos geológicos básicos e para a definição das áreas prioritárias para o desenvolvimento e manutenção das atividades da indústria do petróleo e gás natural no território e na plataforma continental brasileira.
Segundo o MME, o instrumento será útil tanto às políticas públicas quanto à indústria petrolífera para o aproveitamento de recursos de petróleo e gás natural, especialmente no planejamento energético, no contexto do Plano Nacional de Energia (PNE), do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) e do Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (PEMAT).
"A produção de petróleo e gás apresenta potencial impressionante", afirmou Lobão durante a apresentaçõ do estudo. "O zoneamento é um projeto da mais alta relevância para o setor energético brasileiro", disse. Para o ministro, o setor vive um momento novo, de grande dinamismo e entusiasmo.
Óleo e gás natural
A publicação foi feita sob as perspectivas geológica e econômica. Na primeira (geológica) foi feita uma combinação do passado com o futuro das atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural, especialmente em termos de poços pioneiros, possíveis prospectos, acumulações (jazidas) e campos. O resultado da aplicação dessa metodologia gera uma base de informações georreferenciadas que suporta a perspectiva econômica.
No desenvolvimento da perspectiva econômica foram elaborados mapas para representar a Importância Petrolífera de Área (IPA), conforme vários pontos de vista ou argumentos. Além de elementos geológicos, é considerada a proximidade de áreas sob contrato com empresas para atividades de Exploração e Produção (E&P) e de instalações de infraestrutura de abastecimento de petróleo e gás natural.
A integração dos argumentos que compõem o estudo de Zoneamento Nacional de Recursos de Óleo e Gás é visualizada no mapa de IPA-total, que integra as análises sobre o conhecimento geológico, atividade exploratória, infraestrutura de produção e escoamento e potencial petrolífero de áreas, relativos à indústria petrolífera nacional.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e o Ministério de Minas e Energia (MME) lançaram nesta quinta-feira (10) o estudo de Zoneamento Nacional de Recursos de Óleo e Gás. Trata-se de uma base de dados georreferenciada que mapeia zonas de importância relativa ao desenvolvimento econômico do setor de petróleo e gás no país. O documento foi desenvolvido pela EPE, sob a coordenação do MME e com o apoio da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O documento, que será atualizado a cada dois anos, servirá de base para o planejamento de áreas para as rodadas de licitação, para a tomada de decisões sobre estudos, pesquisas, projetos, atividades e serviços de levantamentos geológicos básicos e para a definição das áreas prioritárias para o desenvolvimento e manutenção das atividades da indústria do petróleo e gás natural no território e na plataforma continental brasileira.

O levantamento lista todas as 67 bacias sedimentares brasileiras, qualificadas em terrestres (52) e marítimas (15), bem como sua área sedimentar,área efetiva (área da bacia que apresenta interesse para a exploração e produção de hidrocarbonetos) e maturidade exploratória.

Segundo o MME, o instrumento será útil tanto às políticas públicas quanto à indústria petrolífera para o aproveitamento de recursos de petróleo e gás natural, especialmente no planejamento energético, no contexto do Plano Nacional de Energia (PNE), do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE) e do Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (PEMAT).

"A produção de petróleo e gás apresenta potencial impressionante", afirmou Lobão durante a apresentaçõ do estudo. "O zoneamento é um projeto da mais alta relevância para o setor energético brasileiro", disse. Para o ministro, o setor vive um momento novo, de grande dinamismo e entusiasmo.


Óleo e gás natural

A publicação foi feita sob as perspectivas geológica e econômica. Na primeira (geológica) foi feita uma combinação do passado com o futuro das atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural, especialmente em termos de poços pioneiros, possíveis prospectos, acumulações (jazidas) e campos. O resultado da aplicação dessa metodologia gera uma base de informações georreferenciadas que suporta a perspectiva econômica.

No desenvolvimento da perspectiva econômica foram elaborados mapas para representar a Importância Petrolífera de Área (IPA), conforme vários pontos de vista ou argumentos. Além de elementos geológicos, é considerada a proximidade de áreas sob contrato com empresas para atividades de Exploração e Produção (E&P) e de instalações de infraestrutura de abastecimento de petróleo e gás natural.

A integração dos argumentos que compõem o estudo de Zoneamento Nacional de Recursos de Óleo e Gás é visualizada no mapa de IPA-total, que integra as análises sobre o conhecimento geológico, atividade exploratória, infraestrutura de produção e escoamento e potencial petrolífero de áreas, relativos à indústria petrolífera nacional.

 

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