Acordo

Energias do Brasil e MPX farão nova usina

Jornal do Commercio
22/08/2008 04:35
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A MPX Energia, do grupo EBX, de Eike Batista, firmou acordo com a Energias do Brasil, pela qual esta última empresa ficará com metade do projeto da usina termelétrica Porto do Pecém II, que prevê a construção de uma unidade de geração térmica com 360 megawatts (MW) de capacidade instalada, localizada em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. A parceria que ainda inclui a termelétrica Porto do Pecém I, em acordo feito anteriormente gerará uma capacidade instalada total de 720 MW, fruto de investimento total de aproximadamente US$ 1,2 bilhão, que já está sendo feito.

 

A usina termelétrica Porto do Pecém I contratou 615 MW médios no leilão de energia A-5, realizado em outubro de 2007, e está em fase de construção, com obras já iniciadas. Na II as obras começaram em julho e o início da operação está previsto para 2011. Ela será instalada em área de 300 hectares.

 

 

De acordo com Fato Relevante divulgado ontem pela MPX, a Superintendência Estadual do Meio Ambiente do Ceará (SEMACE) emitiu a Licença Prévia para a usina Porto do Pecém II em julho. A licença possibilitará a participação da unidade no próximo leilão de energia A-5, marcado para o próximo mês. O Citibank foi contratado para fazer a assessoria financeira do projeto.

 

A usina Porto do Pecém II deverá se beneficiar de sinergias de Capital Expenditure (Capex) e Operational Expenditure (Opex) capitais utilizados na aquisição ou melhoria dos bens físicos de uma empresa com a primeira fase. O valor estimado das sinergias, bem como os termos e condições desta parceria, serão divulgados pela MPX ao mercado caso o projeto tenha êxito no leilão de energia A-5 que ocorrerá em setembro, e após a assinatura da documentação definitiva da operação.

 

No dia 30 de julho, a MPX obteve licença prévia para outra usina termelétrica, que será instalada no Porto do Açu ,em São João da Barra, no Rio de Janeiro. A termelétrica terá capacidade de gerar 2,1 mil MW a partir de 2012.

 

No mês passado, a MMX, braço de mineração do grupo EBX de Eike Batista, foi acusada de irregularidades na licitação de concessão da Estrada do Ferro do Amapá. O caso foi objeto de investigações da Polícia Federal na Operação Toque de Midas.

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