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Energia eólica cresce 22% em capacidade instalada

E passa de 2.250 MW para 2.758 MW.

Ascom CCEE
27/05/2014 14:35
Energia eólica cresce 22% em capacidade instalada Imagem: Deposit Photos Visualizações: 1119

 

A capacidade instalada das usinas eólicas em operação no Brasil passou de 2.250 MW para 2.758 MW entre fevereiro e março de 2014 - um crescimento de 22,6% em apenas um mês. O incremento se deve à entrada de novas usinas que estavam prontas, mas aguardavam a conexão ao sistema de transmissão/distribuição para iniciar a produção.
Na comparação trimestral, houve alta de 19,9% na produção frente aos três primeiros meses de 2013. Os dados constam do Boletim das Usinas Eólicas, publicado mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).
O Nordeste é a região do país que concentra a maior capacidade instalada de geração eólica, com a marca de 1.899 MW em março – uma expansão de 45,4% frente ao verificado no mesmo período de 2013. Atualmente a região possui 78 as usinas, sendo que este mês houve acréscimo de 18 empreendimentos - seis no Ceará e 12 no Rio Grande do Norte. O parque nordestino corresponde a 69% da capacidade total de usinas eólicas no Brasil.
O Sul também apresentou capacidade significativa, de 832 MW (30,1% do total) em um universo de 33 usinas, com salto de 19,9% em relação a março de 2013. Já o Sudeste possui uma única usina dentro de todo o período avaliado, com capacidade de 28 MW.
Destaques
Segundo o documento, os estados com maior participação na geração média no período foram Ceará (241 MW médios), Rio Grande do Norte (146 MW médios), Rio Grande do Sul (146 MW médios), Bahia (97 MW médios) e Santa Catarina (54 MW médios), que totalizam 94% do total gerado.
Vale ressaltar que o Boletim de Usinas Eólicas não leva em consideração um total de 429,01 MW médios de garantia física (associados a 930 MW decapacidade instalada) de usinas que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) considera em condições de entrar em operação comercial, mas que se encontram com restrição até a interligação efetiva dos parques ao sistema de distribuição/transmissão. Esses empreendimentos são provenientes do 2º Leilão de Fontes Alternativas e do 2º e 3º Leilão de Energia de Reserva.

A capacidade instalada das usinas eólicas em operação no Brasil passou de 2.250 MW para 2.758 MW entre fevereiro e março de 2014 - um crescimento de 22,6% em apenas um mês. O incremento se deve à entrada de novas usinas que estavam prontas, mas aguardavam a conexão ao sistema de transmissão/distribuição para iniciar a produção.

Na comparação trimestral, houve alta de 19,9% na produção frente aos três primeiros meses de 2013. Os dados constam do Boletim das Usinas Eólicas, publicado mensalmente pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

O Nordeste é a região do país que concentra a maior capacidade instalada de geração eólica, com a marca de 1.899 MW em março – uma expansão de 45,4% frente ao verificado no mesmo período de 2013. Atualmente a região possui 78 as usinas, sendo que este mês houve acréscimo de 18 empreendimentos - seis no Ceará e 12 no Rio Grande do Norte. O parque nordestino corresponde a 69% da capacidade total de usinas eólicas no Brasil.

O Sul também apresentou capacidade significativa, de 832 MW (30,1% do total) em um universo de 33 usinas, com salto de 19,9% em relação a março de 2013. Já o Sudeste possui uma única usina dentro de todo o período avaliado, com capacidade de 28 MW.


Destaques

Segundo o documento, os estados com maior participação na geração média no período foram Ceará (241 MW médios), Rio Grande do Norte (146 MW médios), Rio Grande do Sul (146 MW médios), Bahia (97 MW médios) e Santa Catarina (54 MW médios), que totalizam 94% do total gerado.

O Boletim de Usinas Eólicas não leva em consideração um total de 429,01 MW médios de garantia física (associados a 930 MW decapacidade instalada) de usinas que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) considera em condições de entrar em operação comercial, mas que se encontram com restrição até a interligação efetiva dos parques ao sistema de distribuição/transmissão. Esses empreendimentos são provenientes do 2º Leilão de Fontes Alternativas e do 2º e 3º Leilão de Energia de Reserva.

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