Brasil Offshore 2013

Empresas investem em manutenção submarina

Petrobras, Schulumberger, FMC e Siemens participaram da plenária.

Redação TN Petróleo/Rodrigo Miguez
13/06/2013 16:57
Visualizações: 931

 

Durante a plenária "Manutenção de Equipamentos Submarinos", Petrobras, Schulumberger, FMC e Siemens falaram sobre seus investimentos para garantir a integridade dos equipamentos e manter os níveis de produção de petróleo e gás. 
Lauro Puppim, gerente da Petrobras, falou sobre um dos mais recentes e importantes investimentos que a empresa vem realizando, no caso, com a implementação do Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), nas Unidades de Operação Rio e Bacia de Campos (UO-Rio e UO-BC).
Segundo ele, o foco na UO-BC está em recuperar as perdas que a Petrobras vem registrando nos últimos anos, com queda de produtividade na Bacia de Campos, e voltar aos níveis de alguns anos. Já na UO-Rio, que tem atividades mais recentes, a intenção da empresa é evitar que haja queda na produção, principalmente por causa das plataformas, que tem mais tecnologia. 
"A manutenção é um excelente investimento, pois o retorno do valor aplicado é rápido", afirmou. "Por isso, o monitoramento é fundamental para garantir a integridade dos equipamentos submarinos da companhia", completou. 
Lauro disse que o Proef já vem apresentando resultados positivos e que a tendência é de crescimento das unidades até o cenário de 2019. 
Já Artur Eugênio, consultor sênior da FMC Technologies, mostrou o sistema de controle submarino de proteção sobre-pressão de Mexilhão, conhecido como HIPPS. 
"Os resultados tem sido muito bons em Mexilhão e desde o início a Petrobras teve a preocupação no treinamento do seu pessoal para garantir a integridade do sistema", afirmou. 
Segundo ele, o sistema funciona de forma que mostra se há a necessidade de se fechar uma válvula de uma árvore de natal molhada (ANM) ou de um manifold.
Apesar da importância, Eugênio disse que o sistema é muito pouco demandado e que a manutenção constante desse sistema é primordial, já que o nível aceitável de falha é de 1 em cada 1000 demandas. 
Para ele, o uso do HIPPS foi o que viabilizou economicamente o campo de Mexilhão. 

Durante a plenária "Manutenção de Equipamentos Submarinos", Petrobras, Schulumberger, FMC e Siemens falaram sobre seus investimentos para garantir a integridade dos equipamentos e manter os níveis de produção de petróleo e gás. 



Lauro Puppim, gerente da Petrobras, falou sobre um dos mais recentes e importantes investimentos que a empresa vem realizando, no caso, com a implementação do Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), nas Unidades de Operação Rio e Bacia de Campos (UO-Rio e UO-BC). Segundo ele, o foco na UO-BC está em recuperar as perdas que a Petrobras vem registrando nos últimos anos, com queda de produtividade na Bacia de Campos, e voltar aos níveis de alguns anos. Já na UO-Rio, que tem atividades mais recentes, a intenção da empresa é evitar que haja queda na produção, principalmente por causa das plataformas, que tem mais tecnologia. 


"A manutenção é um excelente investimento, pois o retorno do valor aplicado é rápido", afirmou. "Por isso, o monitoramento é fundamental para garantir a integridade dos equipamentos submarinos da companhia", completou. Lauro disse que o Proef já vem apresentando resultados positivos e que a tendência é de crescimento das unidades até o cenário de 2019. 


Já Artur Eugênio, consultor sênior da FMC Technologies, mostrou o sistema de controle submarino de proteção sobre-pressão de Mexilhão, conhecido como HIPPS. 


"Os resultados tem sido muito bons em Mexilhão e desde o início a Petrobras teve a preocupação no treinamento do seu pessoal para garantir a integridade do sistema", afirmou. Segundo ele, o sistema funciona de forma que mostra se há a necessidade de se fechar uma válvula de uma árvore de natal molhada (ANM) ou de um manifold.

Apesar da importância, Eugênio disse que o sistema é muito pouco demandado e que a manutenção constante desse sistema é primordial, já que o nível aceitável de falha é de 1 em cada 1000 demandas. 
Para ele, o uso do HIPPS foi o que viabilizou economicamente o campo de Mexilhão. 

 

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