acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Punição

Empresas de petróleo são multadas em US$ 236 mi

08/11/2010 | 09h51

Seis empresas de serviços de petróleo e gás e uma empresa de transporte concordaram em pagar cerca de US$ 236 milhões em multas civis e criminais nos Estados Unidos.



O caso é um dos maiores envolvendo corrupção em várias empresas de um mesmo setor, segundo autoridades federais dos EUA.



A maior parte das propinas foi paga para evitar regras locais e permitir a importação de equipamentos e embarcações a países como Brasil, Angola, Azerbaijão, Cazaquistão, Nigéria, Rússia e Turcomenistão. Os acordos foram anunciados pelo Departamento de Justiça e pela SEC (órgão equivalente à Comissão de Valores Mobiliários).



A empresa de logística Panalpina, de origem suíça, admitiu que pagou propinas totalizando cerca de US$ 27 milhões a autoridades em sete países em nome de muitos de seus clientes do setor de petróleo e gás, segundo as autoridades norte-americanas.



As empresas de petróleo e gás que fizeram acordos e admitiram sua culpa são a Transocean, a Pride International, a Noble, a Shell Nigeria e a Global Santa Fe, sendo que esta última vai pagar apenas uma multa civil.



Com esses acordos, o Departamento de Justiça já aplicou multas criminais de mais de US$ 1 bilhão em casos relacionados à Lei de Práticas Corruptas dos EUA, que torna crime que empresas dos EUA paguem propinas a autoridades estrangeiras em troca de favores.

 

 

 

A maior punição, de US$ 71 milhões em multas criminais e US$ 11 milhões em multas civis, será paga pela Panalpina.


O Departamento de Justiça concordou em adiar o processo contra a empresa e eventualmente retirar as acusações contra ela se a Panalpina não violar mais as leis antipropina. A empresa se declarou culpada de acusações de pagar propina e das acusações de ajudar suas clientes a fazer o mesmo.


Segundo Monika Ribar, presidente da empresa, o acordo "marca o fim de um capítulo extremamente pesado da história da empresa e o fim de um esforço de três anos para eliminar preocupações sérias". A Pride International vai pagar US$ 33 milhões em multas criminais e US$ 24 milhões em multas civis. A Shell vai pagar um total de US$ 48 milhões em multas.


Já a Transocean vai pagar US$ 21 milhões, enquanto a Tidewater, US$ 16 milhões. A Noble vai pagar US$ 8 milhões e a Global Santa Fe, US$ 5,8 milhões em multas civis.


Fonte: Folha de S.Paulo
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar