Energia alternativa

Empresas de energia solar disputam mercado de R$ 2,5 bi no Amazonas

Para o governo federal, a energia solar é a mais viável na região.

Valor Econômico
21/11/2012 12:47
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Empresas de energia solar disputam mercado de R$ 2,5 bi no Amazonas
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Energias alternativas
QUA, 21 DE NOVEMBRO DE 2012 08:15
Cinco mil comunidades isoladas ainda não têm energia elétrica contínua no Estado do Amazonas. De olho nesse mercado, empresas de energia solar têm desenvolvido soluções para levar luz a esses locais -um negócio estimado em R$ 2,5 bilhões.
Para o governo federal, a energia solar é a mais viável na região entre as outras alternativas -eólica, biomassa e hidrelétrica. Esta última é alvo de polêmicas relacionadas à destruição da floresta para passagem de linhas de transmissão e fornecimento.
"Das tecnologias testadas, a solar tem o melhor resultado. Mas as concessionárias podem fazer a opção que melhor se adaptar a cada localidade", disse o diretor nacional do programa Luz para Todos, Aurélio Pavão de Farias.
Até 2014, o Luz para Todos tem a meta de levar energia elétrica a 30,5 mil pontos de consumo em comunidades isoladas dos Estados do Amazonas, do Pará e do Acre, com 100% de subvenção do governo. O restante deverá ser por conta das concessionárias.
Leilões estão sendo planejados. No Pará, será para 1.450 pontos de consumo. No Amazonas, o certame atenderá 1.300 pontos.
Segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), o país tem 20 MW de potência instalada de energia solar.
Somente para abastecer as 5.000 comunidades isoladas do Amazonas, seria necessário dobrar essa capacidade.
Na comunidade de Tumbira, a duas horas de barco de Manaus, 20 famílias passaram a ter energia elétrica por 24 horas todos os dias graças a um sistema solar. Antes, chegava apenas por quatro horas diárias, vinda de um gerador movido a diesel.
O projeto, piloto, foi desenvolvimento ao custo de R$ 1 milhão pela multinacional Schneider Electric em parceria com a FAS (Fundação Amazonas Sustentável) e o governo amazonense e já incorporado ao portfólio da empresa para venda.
O objetivo, segundo a presidente da Schneider no Brasil, Tânia Cosentino, é comercializar a tecnologia no sistema Plug&Play (ligar e usar) para as concessionárias de energia responsáveis por atender as comunidades isoladas existentes no país.
"É um projeto replicável e mais viável econômico e ambientalmente por não ter custo elevado, não destruir a floresta e não emitir poluentes", afirma ela.

Cinco mil comunidades isoladas ainda não têm energia elétrica contínua no Estado do Amazonas. De olho nesse mercado, empresas de energia solar têm desenvolvido soluções para levar luz a esses locais -um negócio estimado em R$ 2,5 bilhões.


Para o governo federal, a energia solar é a mais viável na região entre as outras alternativas -eólica, biomassa e hidrelétrica. Esta última é alvo de polêmicas relacionadas à destruição da floresta para passagem de linhas de transmissão e fornecimento.


"Das tecnologias testadas, a solar tem o melhor resultado. Mas as concessionárias podem fazer a opção que melhor se adaptar a cada localidade", disse o diretor nacional do programa Luz para Todos, Aurélio Pavão de Farias.


Até 2014, o Luz para Todos tem a meta de levar energia elétrica a 30,5 mil pontos de consumo em comunidades isoladas dos Estados do Amazonas, do Pará e do Acre, com 100% de subvenção do governo. O restante deverá ser por conta das concessionárias.


Leilões estão sendo planejados. No Pará, será para 1.450 pontos de consumo. No Amazonas, o certame atenderá 1.300 pontos. Segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), o país tem 20 MW de potência instalada de energia solar. Somente para abastecer as 5.000 comunidades isoladas do Amazonas, seria necessário dobrar essa capacidade.


Na comunidade de Tumbira, a duas horas de barco de Manaus, 20 famílias passaram a ter energia elétrica por 24 horas todos os dias graças a um sistema solar. Antes, chegava apenas por quatro horas diárias, vinda de um gerador movido a diesel.

O projeto, piloto, foi desenvolvimento ao custo de R$ 1 milhão pela multinacional Schneider Electric em parceria com a FAS (Fundação Amazonas Sustentável) e o governo amazonense e já incorporado ao portfólio da empresa para venda.

O objetivo, segundo a presidente da Schneider no Brasil, Tânia Cosentino, é comercializar a tecnologia no sistema Plug&Play (ligar e usar) para as concessionárias de energia responsáveis por atender as comunidades isoladas existentes no país.


"É um projeto replicável e mais viável econômico e ambientalmente por não ter custo elevado, não destruir a floresta e não emitir poluentes", afirma ela.

 

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