Mercotubos
Mais uma importante obra de processamento de gás natural na Bacia de Campos terá a contribuição da Mercotubos. A empresa é fornecedora de tubos de aço para a construção da Terceira Unidade de Processamento de Condensado de Gás Natural (UPCGN 3), no Terminal de Cabiúnas, em Macaé (RJ).
AssessoriaMais uma importante obra de processamento de gás natural na Bacia de Campos terá a contribuição da Mercotubos. A empresa é fornecedora de tubos de aço para a construção da Terceira Unidade de Processamento de Condensado de Gás Natural (UPCGN 3), no Terminal de Cabiúnas, em Macaé (RJ). A Mercotubos também participou da construção da UPCGN 2, cuja inauguração está prevista para 14 de março. "Esse projeto tem sido um sucesso por reunir vocações complementares de todas as empresas e fornecedores envolvidos", diz Caio Graccho, diretor comercial e marketing.
O consórcio Odebei, responsável pela obra, contratou a Mercotubos em junho de 2007 para a construção da UPCGN 3, autorizada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em janeiro deste ano. Essa unidade terá capacidade de processamento de 1.500 metros cúbicos de condensado de gás natural por dia. Até agora a Mercotubos forneceu 320 toneladas de tubos e já existe perspectiva de novos contratos.
Formado pelas empresas Construtora Norberto Odebrecht, EBE (Empresa Brasileira de Engenharia) e Iesa Óleo & Gás, o consórcio Odebei já havia contratado a Mercotubos para a obra da UPCGN 2. A pontualidade e a eficiência da empresa foram lembradas pelo consórcio para a realização da terceira unidade. Na parceria para a implementação da UPCGN 2, a Mercotubos distribuiu em um ano e meio quase 520 toneladas de tubos de aço.
As UPCGN 2 e 3 fazem parte de um conjunto de obras de complementação das instalações da Petrobras para o escoamento de gás na Bacia de Campos, através de dutos que interligam as plataformas ao Terminal de Cabiúnas. Após a separação do petróleo, o gás é processado e enviado, via dutos, para a Reduc (Refinaria Duque de Caxias), termelétricas e fornecimento de GLP (gás liquefeito de petróleo ou gás de cozinha) e GNV (gás natural veicular) no Rio de Janeiro.
As obras integram o PDEG (Plano Diretor de Escoamento de Gás), orçado em R$ 353 milhões e que deve aumentar a capacidade de escoamento de gás para 20 milhões de metros cúbicos por dia. O objetivo é reduzir a dependência brasileira do gás internacional.
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