Projeção

Em 2014, EUA serão líderes mundiais na produção

Resultado é devido o boom do petróleo de xisto.

Valor Econômico
14/10/2013 09:56
Visualizações: 1111

 

Em 2014, EUA serão líderes mundiais na produção
Os Estados Unidos se tornarão os maiores produtores de petróleo no mundo no ano que vem, superando a Rússia, graças ao boom do petróleo de xisto. A previsão foi feita na sexta-feira pela Agência Internacional de Energia (AIE).
"Com a produção no maior nível em décadas, o país deve se tornar o maior produtor de [combustíveis] líquidos não filiado à Opep no segundo trimestre de 2014, passando a Rússia. E isso sem incluir ganhos em biocombustíveis e no refino", disse a AIE em relatório.
A alta na produção dos Estados Unidos fará com que a oferta total de não membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) cresça em média 1,7 milhão de barris por dia no ano que vem, com um pico de 1,9 milhão no segundo trimestre. Segundo a agência, é o maior crescimento anual desde a década de 1970.
Essa expansão robusta compensará uma grande interrupção na produção da Opep, servindo para conter os preços do petróleo, que de outro modo poderiam subir para bem mais do que os atuais US$ 110 por barril. A oferta da Opep desceu para menos de 30 milhões de barris diários pela primeira vez em quase dois anos, principalmente em razão de problemas na produção de Líbia e Iraque.

Os Estados Unidos se tornarão os maiores produtores de petróleo no mundo no ano que vem, superando a Rússia, graças ao boom do petróleo de xisto. A previsão foi feita na sexta-feira pela Agência Internacional de Energia (AIE).


"Com a produção no maior nível em décadas, o país deve se tornar o maior produtor de [combustíveis] líquidos não filiado à Opep no segundo trimestre de 2014, passando a Rússia. E isso sem incluir ganhos em biocombustíveis e no refino", disse a AIE em relatório.


A alta na produção dos Estados Unidos fará com que a oferta total de não membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) cresça em média 1,7 milhão de barris por dia no ano que vem, com um pico de 1,9 milhão no segundo trimestre. Segundo a agência, é o maior crescimento anual desde a década de 1970.


Essa expansão robusta compensará uma grande interrupção na produção da Opep, servindo para conter os preços do petróleo, que de outro modo poderiam subir para bem mais do que os atuais US$ 110 por barril. A oferta da Opep desceu para menos de 30 milhões de barris diários pela primeira vez em quase dois anos, principalmente em razão de problemas na produção de Líbia e Iraque.

 

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