Energia

Eletrobras tem prejuízo de R$ 6,29 bilhões em 2013

Despesas com pessoal, material e serviços subiram 20,5%.

Valor Econômico
28/03/2014 09:58
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A estatal de energia Eletrobras apresentou prejuízo líquido de R$ 6,291 bilhões em 2013, queda de 9,15% quando comparado com a perda líquida de R$ 6,925 bilhões do ano anterior.
A receita líquida da empresa somou R$ 23,835 bilhões nos 12 meses, queda de 14,9% na comparação anual. As despesas operacionais ficaram maiores que as receitas no ano passado, em R$ 29,2 bilhões, alta de 5,65%.
As despesas com pessoal, material e serviços subiram 20,5% no período, as despesas com energia comprada para revenda aumentaram 13,4% e as despesas com combustível para produção de energia elétrica tiveram elevação de 115,3%.
O resultado financeiro líquido ficou positivo em R$ 265,9 milhões de janeiro a dezembro do ano passado, queda de 84,3%.
O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização foi negativo em R$ 3,690 bilhões no ano passado. Em 2012, a perda foi maior, de R$ 7,412 bilhões. 
Em 2013, a Eletrobras fez baixa contábil por revisão de ativos no valor de R$ 2,462 bilhões, o que gerou impacto direto no balanço da companhia.
Além disso, a elétrica fez provisão para contingências no valor de R$ 1,399 bilhão e provisão para perda de ativo financeiro no montante de R$ 792 milhões, totalizando R$ 2,19 bilhões. No lado positivo, a companhia reverteu provisões de contratos onerosos em R$ 1,92 bilhão.
O Programa de Incentivo ao Desligamento (PID) da estatal afetou o resultado em R$ 1,726 bilhão em 2013. Os custos referentes ao programa foram inicialmente contabilizados como provisão operacional e, no desligament o do empregado, é registrada a baixa. A provisão para o PID encerrou o exercício de 2013 com um saldo de R$ 257 milhões relativo aos empregados que vão se desligar neste ano.
No total, as provisões operacionais apresentaram uma redução de 34,5%, passando de R$ 4,971 bilhões em 2012 para R$ 3,258 bilhões em 2013.
Na linha de despesas, pesou também os gastos com energia comprada para revenda, que aumentou em R$ 652 milhões, e na compra de combustível para produção de energia, que cresceu em R$ 799 milhões, — totalizando  elevação em R$ 1,45 bilhão.
Além disso, a empresa anunciou baixa de crédito fiscal de R$ 1,367 bilhão em 2013.

A estatal de energia Eletrobras apresentou prejuízo líquido de R$ 6,291 bilhões em 2013, queda de 9,15% quando comparado com a perda líquida de R$ 6,925 bilhões do ano anterior.

A receita líquida da empresa somou R$ 23,835 bilhões nos 12 meses, queda de 14,9% na comparação anual. As despesas operacionais ficaram maiores que as receitas no ano passado, em R$ 29,2 bilhões, alta de 5,65%.

As despesas com pessoal, material e serviços subiram 20,5% no período, as despesas com energia comprada para revenda aumentaram 13,4% e as despesas com combustível para produção de energia elétrica tiveram elevação de 115,3%.

O resultado financeiro líquido ficou positivo em R$ 265,9 milhões de janeiro a dezembro do ano passado, queda de 84,3%.

O resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização foi negativo em R$ 3,690 bilhões no ano passado. Em 2012, a perda foi maior, de R$ 7,412 bilhões. 

Em 2013, a Eletrobras fez baixa contábil por revisão de ativos no valor de R$ 2,462 bilhões, o que gerou impacto direto no balanço da companhia.

Além disso, a elétrica fez provisão para contingências no valor de R$ 1,399 bilhão e provisão para perda de ativo financeiro no montante de R$ 792 milhões, totalizando R$ 2,19 bilhões. No lado positivo, a companhia reverteu provisões de contratos onerosos em R$ 1,92 bilhão.

O Programa de Incentivo ao Desligamento (PID) da estatal afetou o resultado em R$ 1,726 bilhão em 2013. Os custos referentes ao programa foram inicialmente contabilizados como provisão operacional e, no desligament o do empregado, é registrada a baixa. A provisão para o PID encerrou o exercício de 2013 com um saldo de R$ 257 milhões relativo aos empregados que vão se desligar neste ano.

No total, as provisões operacionais apresentaram uma redução de 34,5%, passando de R$ 4,971 bilhões em 2012 para R$ 3,258 bilhões em 2013.

Na linha de despesas, pesou também os gastos com energia comprada para revenda, que aumentou em R$ 652 milhões, e na compra de combustível para produção de energia, que cresceu em R$ 799 milhões, — totalizando  elevação em R$ 1,45 bilhão.

Além disso, a empresa anunciou baixa de crédito fiscal de R$ 1,367 bilhão em 2013.

 

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