Rio Oil & Gas 2016

Ecosan desenvolve linha especial para atendimento da área de óleo e gás no Brasil

Redação/Assessoria
26/10/2016 09:46
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“Oferecemos tecnologias mais adequadas e buscamos o maior índice de qualidade final. Nos atentamos ao melhor equilíbrio entre CAPEX x OPEX e ao menor consumo energético, com redução do passivo ambiental em espaços reduzidos”, afirma André Telles, diretor executivo da Ecosan.

CAPEX é a sigla da expressão inglesa “CAPitalEXpenditure” (em português, despesas de capital ou investimento em bens de capital) que indica a quantidade de dinheiro gasto na compra de bens de capital de uma determinada empresa. OPEX é a sigla da expressão inglesa “OPerationalEXpenditure” (em português, despesas operacionais) que se refere ao custo associado à manutenção dos equipamentos, gastos de consumíveis e outras despesas operacionais. Por exemplo, comprar um contrato de manutenção ou fazer o outsourcing (terceirização da operação).

Veja alguns dos recursos destacados pela Ecosan:

ZLD - Zero Liquid Discharge

Cada vez mais a legislação e a indústria exigem descargas mínimas de líquido com um produto sólido que pode ser vendido ou despejado em um aterro sanitário. Esta opção implica conceitos, como por exemplo, a total evaporação, cristalização, mistas ou combinadas com membranas. Trata-se do estado da arte do tratamento.

Sistemas para águas produzidas

O gerenciamento da água produzida (AP) de petróleo se constitui em um enorme desafio para as empresas petrolíferas. As alternativas usualmente adotadas para o seu destino são o descarte, injeção e o reuso. Em todos os casos é necessário tratamento da AP, a fim de evitar danos ao meio ambiente e às instalações de produção ou a fim de permitir o seu reúso sem causar prejuízos aos processos nos quais a AP será utilizada.

Os processos de separação por membranas têm se mostrado capazes de tratar efluentes que apresentam elevados teores de óleo em emulsão e de partículas com tamanhos médios e pequenos, competindo, assim, com tecnologias de tratamento mais complexas, tais como flotação.

Tratamento de águas oleosas (OiW, WiO)

Frente às exigências cada vez mais rigorosas dos órgãos reguladores ambientais, o enquadramento da água oleosa gerada em diversas atividades industriais constitui-se atualmente em um dos maiores desafios à perfeita adequação ambiental de indústrias e prestadoras de serviços que atuam nos mais variados ramos de atividade.

Os serviços da indústria do petróleo como perfuração, produção, transporte, refino e distribuição geram efluentes classificados pela sua periculosidade que devem receber tratamentos específicos para remoção de seus contaminantes. As refinarias geralmente usam tratamento primário e secundário de seus efluentes. O tratamento primário compreende a segregação da água, óleo e sólidos em dois estágios. No primeiro estágio, um separador água-óleo (SAO) é usado, permitindo que o óleo fique livre no sobrenadante, podendo ser removido.

Processos oxidativos avançados

O tratamento de efluentes industriais tóxicos é um tema de extremo interesse devido ao grande impacto causado quando de um processo inadequado. Os processos oxidativos avançados (POA) são tecnologias desenvolvidas nos últimos anos e se baseiam em processos físico-químicos capazes de alterar profundamente as estruturas químicas dos contaminantes (compostos orgânicos e inorgânicos), bem como na inativação de micro-organismos.

Matrizes de geração de energia local

O objetivo deste processo é quantificar o potencial de geração de energia elétrica proveniente de gás metano oriundo de resíduos de saneamento, enfatizando lixo e esgoto. O esforço voltado ao emprego de tecnologias de aproveitamento energético de efluentes representaria um estímulo à implantação de sistemas de tratamento de esgotos, sobretudo nas zonas periféricas das cidades, com reflexos extremamente positivos em termos sociais, ambientais e de saúde pública.

A utilização dos cicloss de Rankinie, visa aproveitar o calor residual para auxiliar os processos de evaporação na produção de energia. Desta forma propicia uma produção de energia livre de CO2 a partir do calor residual, aumento da eficiência energética, conservação de recursos e independência através do aproveitamento de energia autogerada.

Tratamento Biológico Aerado-Anóxico

O termo “tratamento anóxico” se apresenta como uma tecnologia projetada para a máxima degradação de matéria orgânica em seu efluente onde a estratégia tecnológica mais adequada busca o maior índice de qualidade final, ao menor consumo energético, com redução do passivo ambiental em espaços reduzidos. Ele incorpora um controle especial da reação biológica dentro de seu sistema.

É extremamente versátil para monitorar as reações biológicas dentro de sistemas de esgoto e estações de tratamento de águas residuais, como também, como fonte de indicação clara aos operadores sobre a atividade biológica no processo. Incorporado ao processo estão os decantadores de alto rendimento.

 

 

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