Indústria Naval

EBX estuda construir estaleiro no RJ

O grupo EBX, do empresário Eike Batista, anunciou ontem que planeja investir na construção de um segundo estaleiro no Brasil, desta vez no Rio de Janeiro. O grupo estuda a viabilidade de instalar um estaleiro de grande porte para construir navios e plataformas de petróleo

Valor Econômico
21/10/2009 07:45
Visualizações: 634

O grupo EBX, do empresário Eike Batista, anunciou ontem que planeja investir na construção de um segundo estaleiro no Brasil, desta vez no Rio de Janeiro. O grupo estuda a viabilidade de instalar um estaleiro de grande porte para construir navios e plataformas de petróleo na localidade de Barra do Furado, que fica município de Quissamã, no norte fluminense. Em setembro, o empresário anunciou que vai investir cerca de US$ 1 bilhão em um estaleiro no município de Biguaçú (SC). O projeto será tocada pela sua subsidiária OSX.

"O Brasil precisa de no mínimo mais três estaleiros de grande porte, na faixa de 1,5 milhão de metros quadrados", disse Batista ontem à noite, antes de receber o prêmio "Personalidade do ano 2009" promovido pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil - Britcham.

Recentemente, o empresário do grupo EBX reuniu-se com autoridades dos municípios de Quissamã e de Campos dos Goytacazes para discutir o possível investimento no estaleiro na região. Em Barra do Furado já há estudos das empresas STX, da Coreia, Edison Chouest, dos EUA, para desenvolver instalações voltadas à construção de unidades de apoio offshore. Esses projetos dependem, porém, da dragagem de um canal com recursos do governo federal.

Na visão de Batista, há espaço para novos grandes estaleiros no país que operem em um modelo de linha de produção. "E não só pequenos estaleiros que façam componentes (de navios e plataformas)". Ele afirmou que o projeto do novo estaleiro no Rio não vai conseguir atender a demanda da Petrobras para fazer no Brasil 28 sondas de perfuração em águas ultraprofundas. Um estaleiro precisaria de um ano para obter as licenças ambientais e de cerca de três para começar a produzir.

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