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Economia

Dólar recua ante real com otimismo por acordo entre EUA e China e expectativa por Previdência

09/01/2019 | 12h41

O dólar recuava ante o real nesta quarta-feira, em meio à expectativa de que Estados Unidos e China estejam próximos de um acordo comercial e à espera de anúncio de alguma proposta doméstica de reforma da Previdência.

Às 10:28, o dólar recuava 0,15 por cento, a 3,7101 reais na venda, depois de terminar a sessão anterior em queda de 0,50 por cento, a 3,7155 reais. O dólar futuro tinha variação negativa de cerca de 0,1 por cento.

"O que o governo tem apresentado é positivo, mas agora precisamos de ação", avaliou a estrategista de câmbio do banco Ourinvest, Fernanda Consorte. "O otimismo com o discurso já foi precificado", o que dificulta o dólar cair muito mais, completou ela.

Pesquisa da Reuters com economistas indicou que a expectativa é que o dólar fique em 3,7650 reais até o final de 2019, aguardando sinais de que o presidente Jair Bolsonaro conseguirá aprovar as aguardadas reformas econômicas.

Na véspera, o ministro da Economia, Paulo Guedes, após reunião com o chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que a reforma do atual modelo de Previdência será acompanhada pela criação de um regime de capitalização, que trará ganhos mais fortes para o sistema.

Disse ainda que a reforma não será fatiada e que o governo estuda proposta com regra de transição "da mesma profundidade" da que existia antes, que considerava um tempo de 20 anos para a travessia.

Nesta manhã, Onyx acrescentou que o presidente Jair Bolsonaro decidirá na próxima semana sobre a proposta que será apresentada e enfatizou que a intenção é apresentar um pacote único ao Congresso para reformar o sistema previdenciário, ao invés de uma reforma fatiada.

"Precisamos ver o que de fato vai ser discutido no Congresso", acrescentou Fernanda, ressaltando que, até que os parlamentares voltem ao trabalho, em fevereiro, os investidores locais devem continuar sendo os mais ´animados´ com Brasil.

Isso porque o mercado externo ainda tem questões que prejudicam os emergentes, como a desaceleração global decorrente da guerra comercial entre Estados Unidos e China.

No entanto, predominava nesta sessão o otimismo de que EUA e China podem estar avançando na direção de um acordo comercial após três dias de reuniões, aliviando os temores de uma guerra comercial generalizada.

Essa perspectiva ajudava o dólar a recuar ante a cesta de moedas e também ante divisas de emergentes, como o peso mexicano.

O Banco Central realiza nesta sessão leilão de até 13,4 mil swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares para rolagem do vencimento de dezembro, no total de 13,398 bilhões de dólares.

Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até o final do mês, terá feito a rolagem integral.



Fonte: Reuters, 09/01/2019
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