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Diretor da Petrobras ressalta importância de produção nacional em Jantar do Grupo Metalmecânico

O Simmmerj - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Rio de Janeiro, juntamente com demais Sindicatos que compõe o Grupo Metalmecânico do Estado(GMM), realizou nessa terça-feira (7) um Jantar de Confraternização,no Restaurante Le Pré Catelan, no

Redação
08/12/2010 17:16
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O Simmmerj - Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Rio de Janeiro, juntamente com demais Sindicatos que compõe o Grupo Metalmecânico do Estado(GMM), realizou nessa terça-feira (7) um Jantar de Confraternização,no Restaurante Le Pré Catelan, no Hotel Sofitel, em Cobacana. Durante o jantar foi prestada uma homenagem ao diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, que destacou a importância de fabricar equipamentos e desenvolver tecnologia no País.


Ele lembrou do histórico do fornecimento à Companhia e da mudança de orientação em relação às compras da Petrobras. “A indústria naval vem hoje se adaptando e correspondendo às necessidades da Companhia. Isso começou com o grande empresariado, mas tem refletido na indústria de pequeno e médio portes. Percebemos também que equipamentos importados continham peças que eram facilmente fabricadas no Brasil”, avaliou Estrella, que, em seguida, ressaltou o ganho de escala que a descoberta de petróleo abaixo da camada pré-sal trouxe para o Brasil e para a Companhia. “O pré-sal mostrou-se grande oportunidade pelo gigantismo dos números que tratávamos. Com base na orientação governamental, tomou-se a decisão de criarmos grupos de trabalho para mapear a possibilidade de criarmos um parque de suprimentos que atendesse a grande demanda da Companhia”, contou o diretor.


Para ele, é preciso ir além da fabricação de equipamentos no País: é necessário desenvolver tecnologia nacional. “Não basta mais fabricar no Brasil, é preciso começar a projetar no Brasil, com soluções brasileiras. O século XXI é o século do conhecimento. Por isso, é extremamente importante que nossos fornecedores invistam na área de engenharia para começarmos a criar um ambiente de extrema competência e para que comecemos a projetar soluções brasileiras para problemas brasileiros”, concluiu.


Também foi homenageado o Presidente da Firjan (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro), Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, que igualmente ressaltou que acredita no fortalecimento da indústria metalmecânica nacional. “O setor metalmecânico está preparado para competir em igualdade de posições com o mercado internacional. Temos que aumentar a produção e investir na nossa capacidade”, afirmou.


Segundo estudo realizado pela Firjan, o setor metalmecânico, que fornece produtos como tubulações e instalações submarinas para a área de petróleo e gás, projeta demanda de aproximadamente US$ 400 bilhões para a cadeia produtiva do pré-sal até 2020. Hoje, 65% das indústrias fluminenses ainda não fornecem para o setor; a avaliação da Petrobras e do GMM é que haja grande potencial para crescimento.


Ainda segundo o estudo aproximadamente 30% das empresas pretendem fazer investimentos superiores a R$ 500 mil em 2011. O setor fornece equipamentos para diversas atividades da Companhia e da cadeia produtiva, tais como construção de sondas, exploração e produção e construção de navios petroleiros e barcos de apoio.


O Grupo Metalmecânico reúne nove sindicatos do Rio de Janeiro e acredita que a união traz o fortalecimento do setor. “Nos unimos porque acreditamos que assim podemos tornar a categoria mais forte. Nosso objetivo é inovar, nos tornarmos mais competitivos e conquistar mais espaço no mercado nacional”, afirmou o Presidente do Simmmerj, Lucenil Carvalho.

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