P-56

Dilma diz que tem o compromisso de desenvolver indústria naval no Brasil

A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje (3) ter compromisso de manter o desenvolvimento do setor de construção naval brasileiro e de estimular uma indústria de navipeças (peças e equipamentos para o setor naval) no país. As afirmações foram feitas durante cerimônia de batismo da plataforma

Agência Brasil
03/06/2011 17:05
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A presidente Dilma Rousseff afirmou hoje (3) ter compromisso de manter o desenvolvimento do setor de construção naval brasileiro e de estimular uma indústria de navipeças (peças e equipamentos para o setor naval) no país. As afirmações foram feitas durante cerimônia de batismo da plataforma P-56, da Petrobras, no estaleiro Brasfels, em Angra dos Reis.
 

“Eu assumo e reitero mais uma vez o meu compromisso com a indústria naval brasileira. Eu assumo o compromisso de sempre querer melhorar o conteúdo nacional. Nós agora temos de querer estabelecer no Brasil uma indústria de navipeças. Assim como tem a indústria de autopeças, para os automóveis, nós queremos que aqui dentro do Brasil se produza cada peça desta plataforma”, disse Dilma.
 

Segundo a presidente, a indústria brasileira mostrou que é capaz de fornecer à Petrobras os equipamentos e os serviços necessários para que a empresa possa explorar o petróleo da camada pré-sal. Dilma disse que a estatal será, cada vez mais, uma grande “investidora” no Brasil.
 

“No ano passado, a Petrobras investiu R$ 78 bilhões. A gente fica imaginando quanto emprego, quanto equipamento, quanta riqueza pode ser produzida no Brasil, quanta comida na mesa do trabalhador, quanta criança estudando nas escolas, se conseguirmos dirigir esses R$ 78 bilhões para dentro do Brasil. Foi isso que nós começamos a fazer”, afirmou.
 

Durante a cerimônia de batismo da P-56, plataforma construída totalmente no Brasil, com 72% de material nacional, Dilma disse que a política iniciada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de resgatar a indústria naval brasileira, conseguiu reativar estaleiros e criar empregos e riqueza dentro do país. Antes do discurso de Dilma Rousseff, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, garantiu que todas as 28 novas sondas da empresa serão construídas no Brasil.
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