Energia

Diálogo estratégico sobre Petróleo e gás entre países da “Bacia Atlântica”

Mesa-Redonda sobre a Geopolítica da Energia.

Fieb
13/08/2014 11:02
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As perspectivas futuras diante das descobertas das reservas de gás de xisto nos Estados Unidos e do Pré-Sal no Brasil estiveram no foco da palestra do professor Paul Isbell, do Centro de Relações Transatlânticas da Escola de Estudos Internacionais Avançados, da Universidade Johns Hopkins (EUA), proferida nesta segunda-feira (11), no evento Mesa-Redonda sobre a Geopolítica da Energia, realizado na FIEB.
Em sua explanação, Isbell traçou um panorama das reservas de petróleo e gás entre os maiores produtores mundiais afirmando que, nos próximos 20 a 30 anos, o eixo exportador se inverterá do Ocidente para o Oriente, em função, principalmente, do Pré-sal. Frente a esta projeção, o professor defendeu a criação de um sistema de cooperação Pan-Atlântica, a ser capitaneado pelos EUA e o Brasil. “Deixando de lado a visão padronizada de nação e território, é preciso pensar conjuntamente no uso do Oceano Atlântico e nas questões relativas à segurança”, afirmou.
Para o especialista, esta cooperação se configuraria num exemplo de governança internacional em função do incremento da importância do Atlântico para a economia global. Ele não explicou de que forma ou com que estrutura esta “aliança” seria formada, mas adiantou que, em novembro deste ano, um primeiro Fórum está agendado para discutir o assunto em Cancún, no México.
O evento em Salvador foi uma iniciativa do Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro com apoio Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEB, SENAI-BA, Comitê de Petróleo e Gás da Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM), Secretaria do Planejamento (SEPLAN) e SEBRAE. Nesta quinta-feira (14), o professor estará no IEE – Instituto de Energia e Ambiente da USP, em São Paulo, para falar sobre o mesmo tema.
A Mesa-Redonda integra as ações abertas ao público promovidas em função da assinatura do acordo de cooperação bilateral Brasil-EUA focado em energia, e que visam suscitar fóruns de discussão sobre temas considerados prioritários para a relação entre os dois países.

As perspectivas futuras diante das descobertas das reservas de gás de xisto nos Estados Unidos e do Pré-Sal no Brasil estiveram no foco da palestra do professor Paul Isbell, do Centro de Relações Transatlânticas da Escola de Estudos Internacionais Avançados, da Universidade Johns Hopkins (EUA), proferida nesta segunda-feira (11), no evento Mesa-Redonda sobre a Geopolítica da Energia, realizado na Fieb.

Em sua explanação, Isbell traçou um panorama das reservas de petróleo e gás entre os maiores produtores mundiais afirmando que, nos próximos 20 a 30 anos, o eixo exportador se inverterá do Ocidente para o Oriente, em função, principalmente, do Pré-sal. Frente a esta projeção, o professor defendeu a criação de um sistema de cooperação Pan-Atlântica, a ser capitaneado pelos EUA e o Brasil. “Deixando de lado a visão padronizada de nação e território, é preciso pensar conjuntamente no uso do Oceano Atlântico e nas questões relativas à segurança”, afirmou.

Para o especialista, esta cooperação se configuraria num exemplo de governança internacional em função do incremento da importância do Atlântico para a economia global. Ele não explicou de que forma ou com que estrutura esta “aliança” seria formada, mas adiantou que, em novembro deste ano, um primeiro Fórum está agendado para discutir o assunto em Cancún, no México.

O evento em Salvador foi uma iniciativa do Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro com apoio Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEB, SENAI-BA, Comitê de Petróleo e Gás da Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM), Secretaria do Planejamento (SEPLAN) e SEBRAE. Nesta quinta-feira (14), o professor estará no IEE – Instituto de Energia e Ambiente da USP, em São Paulo, para falar sobre o mesmo tema.

A Mesa-Redonda integra as ações abertas ao público promovidas em função da assinatura do acordo de cooperação bilateral Brasil-EUA focado em energia, e que visam suscitar fóruns de discussão sobre temas considerados prioritários para a relação entre os dois países.

 

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