Economia

Desempenho do BNDES reflete retomada da indústria

Banco desembolsou R$ 37,2 bilhões no trimestre.

Valor Online
15/04/2013 12:59
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Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) somaram R$ 37,2 bilhões no primeiro trimestre de 2013 e, segundo anunciou o presidente do banco, Luciano Coutinho, nesta segunda-feira (15), tiveram alta de 52% na comparação com o mesmo período de 2012. Coutinho ressaltou que é o mais alto nível de desembolsos num primeiro trimestre na história do banco e mostra recuperação expressiva do investimentos.
Os desembolsos para micro, pequenas e médias empresas chegaram a R$ 15,1%, 50% mais que no primeiro trimestre de 2012, e bateram recorde.
Em janeiro, o BNDES informou que desembolsou R$ 156 bilhões em 2012, uma alta de 12% em relação a 2011. Segundo o banco, foram liberados para micro, pequenas e médias empresas R$ 50,1 bilhões, um recorde na história do banco. Somente em dezembro, os desembolsos do BNDES atingiram R$ 34,2 bilhões, outro recorde do banco, segundo Coutinho.

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse que o desembolso da instituição no primeiro trimestre foi forte, com recuperação das consultas realizadas em 12 meses. O executivo minimizou a queda nas consultas nos três primeiros meses de 2013.

 

De janeiro a março, o BNDES desembolsou R$ 37,173 bilhões, um recorde. Houve alta de 52% na comparação com os primeiros três meses de 2012. As consultas registraram, no entanto, queda de 11% no primeiro trimestre, para R$ 50,1 bilhões, enquanto o enquadramento também recuou 12%, para R$ 14,4 bilhões no período.

 

Em 12 meses, os desembolsos tiveram aumento de 22%, enquanto o estoque de aprovações aumentou 79% (R$ 273,8 bilhões), enquanto o enquadramento subiu 48% (R$ 291,6 bilhões) e as consultas, 45% (R$ 306,2 bilhões).

 

“Houve forte recuperação dos enquadramentos, acompanhada de recuperação das consultas [em 12 meses]”, disse Coutinho. “Nossas estatísticas são consistentes com os dados da indústria”, disse, referindo-se à expectativa de recuperação do setor.

 

“Os aumentos em 12 meses do enquadramento e da consulta mostram uma carteira robusta. No mesmo momento no ano passado, estávamos com R$ 196 bilhões de estoque de enquadramento, e hoje estamos R$ 291 bilhões”.

 

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