Gasolina

Defasagem do preço da gasolina no Brasil foi de 17,7% em julho

Defasagem variou de 16,5% a 18,5% em 2014.

Valor Online
31/07/2014 16:21
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A consultoria Datagro divulgou que no período entre 1º e 24 de julho, a defasagem média do preço da gasolina no Brasil em relação às cotações internacionais do combustível fóssil foi de 17,7%. O presidente da consultoria, Plínio Nastari, afirma que ao longo deste ano, essa defasagem variou de 16,5% a 18,5%.
O especialista afirmou que essa é a razão de o etanol não ser mais competitivo no Brasil em relação à gasolina. 
“Nos Estados Unidos o galão da gasolina vale mais de US$ 3. O etanol, tanto no Brasil quanto no mercado americano, está em US$ 2,1 o galão. O etanol só não é competitivo quando o governo resolve subsidiar a gasolina”, reclama Nastari, referindo-se à política do governo brasileiro de controlar os preços dos combustíveis.
Nos próximos dias, a Datagro deve divulgar sua revisão para a safra 2014/15 de cana-de-açúcar na região Centro-Sul. Nastari afirma que o novo número deve confirmar uma safra mais açucareira. A última estimativa de safra da Datagro foi divulgada em maio e previa uma moagem de 560,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e uma produção de 32,3 milhões de toneladas de açúcar.
Nastari falou após o evento de lançamento da Fenasucro, feira de negócios do setor sucroenergético que começa no dia 26 de agosto em Sertãozinho (SP). O vice-presidente da Reed Exhibition, empresa que realiza a feira, Paulo Otávio Pereira de Almeida, a expectativa é repetir em 2014 o volume de negócios realizado em 2013. 
A estimativa dos organizadores é de que durante a feira no ano passado e nos dez meses seguintes à realização do evento, as vendas de máquinas, equipamentos e serviços para o setor alcançaram de R$ 2 bilhões a R$ 2,2 bilhões. 
“As usinas estão em crise, por isso, não há expansões. O foco dos investimentos têm estado na busca de eficiência”, afirmou Almeida. A Fenasucro vai até o dia 29 de agosto.

A consultoria Datagro divulgou que no período entre 1º e 24 de julho, a defasagem média do preço da gasolina no Brasil em relação às cotações internacionais do combustível fóssil foi de 17,7%. O presidente da consultoria, Plínio Nastari, afirma que ao longo deste ano, essa defasagem variou de 16,5% a 18,5%.

O especialista afirmou que essa é a razão de o etanol não ser mais competitivo no Brasil em relação à gasolina. 

“Nos Estados Unidos o galão da gasolina vale mais de US$ 3. O etanol, tanto no Brasil quanto no mercado americano, está em US$ 2,1 o galão. O etanol só não é competitivo quando o governo resolve subsidiar a gasolina”, reclama Nastari, referindo-se à política do governo brasileiro de controlar os preços dos combustíveis.

Nos próximos dias, a Datagro deve divulgar sua revisão para a safra 2014/15 de cana-de-açúcar na região Centro-Sul. Nastari afirma que o novo número deve confirmar uma safra mais açucareira. A última estimativa de safra da Datagro foi divulgada em maio e previa uma moagem de 560,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar e uma produção de 32,3 milhões de toneladas de açúcar.

Nastari falou após o evento de lançamento da Fenasucro, feira de negócios do setor sucroenergético que começa no dia 26 de agosto em Sertãozinho (SP). O vice-presidente da Reed Exhibition, empresa que realiza a feira, Paulo Otávio Pereira de Almeida, a expectativa é repetir em 2014 o volume de negócios realizado em 2013. 

A estimativa dos organizadores é de que durante a feira no ano passado e nos dez meses seguintes à realização do evento, as vendas de máquinas, equipamentos e serviços para o setor alcançaram de R$ 2 bilhões a R$ 2,2 bilhões. 

“As usinas estão em crise, por isso, não há expansões. O foco dos investimentos têm estado na busca de eficiência”, afirmou Almeida. A Fenasucro vai até o dia 29 de agosto.

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