Energia

Decreto de socorro às companhias sai hoje

Empréstimo precisará usar recursos do Tesouro Nacional.

Diário do Nordeste
31/03/2014 10:45
Visualizações: 848

 

O governo deve publicar hoje (31) o decreto que dá as diretrizes para as condições do financiamento de R$ 8 bilhões que será efeito em nome da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para ajudar as distribuidoras com dificuldades de caixa. O governo tem pressa porque sem o empréstimo precisará usar recursos do Tesouro Nacional. Apesar disso, ainda faltam pendências a serem acertadas.
Como a CCEE só fatura R$ 150 milhões por ano, a garantia do financiamento será a fatura dos consumidores nas distribuidoras e para isso será editada uma resolução pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que vai garantir que o que for pago pelos consumidores em função dos preços altos no mercado à vista e do custo da utilização das térmicas sejam repassados aos bancos. Além disso, os quase 2.700 agentes que compõem a CCEE precisam aprovar a emissão da dívida em seu nome, segundo entendem executivos da Câmara.
Reservatórios
Às vésperas do fim do período úmido, o cenário de abastecimento de energia elétrica no Brasil ainda é nebuloso. Enquanto o governo mantém um discurso positivo de que o sistema está equilibrado e não há risco de racionamento, as previsões de meteorologistas vão na direção contrária. Não há expectativa de que as chuvas dos próximos meses recuperem o nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste, responsáveis por 70% do armazenamento do país.
Diante da frustração das águas de março, agora o governo joga suas fichas nas chuvas de abril - mês que fecha o período úmido. O meteorologista da Climatempo, Alexandre Nascimento, destaca que, se até agora o nível dos reservatórios não foi recuperado, não serão as chuvas de abril que farão isso. "Mesmo que chova o volume normal, não será suficiente para recuperar o reservatório. Não há luz no fim do túnel", avalia Nascimento.

O governo deve publicar hoje (31) o decreto que dá as diretrizes para as condições do financiamento de R$ 8 bilhões que será efeito em nome da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) para ajudar as distribuidoras com dificuldades de caixa. O governo tem pressa porque sem o empréstimo precisará usar recursos do Tesouro Nacional. Apesar disso, ainda faltam pendências a serem acertadas.

Como a CCEE só fatura R$ 150 milhões por ano, a garantia do financiamento será a fatura dos consumidores nas distribuidoras e para isso será editada uma resolução pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que vai garantir que o que for pago pelos consumidores em função dos preços altos no mercado à vista e do custo da utilização das térmicas sejam repassados aos bancos. Além disso, os quase 2.700 agentes que compõem a CCEE precisam aprovar a emissão da dívida em seu nome, segundo entendem executivos da Câmara.


Reservatórios

Às vésperas do fim do período úmido, o cenário de abastecimento de energia elétrica no Brasil ainda é nebuloso. Enquanto o governo mantém um discurso positivo de que o sistema está equilibrado e não há risco de racionamento, as previsões de meteorologistas vão na direção contrária. Não há expectativa de que as chuvas dos próximos meses recuperem o nível dos reservatórios do Sudeste/Centro-Oeste, responsáveis por 70% do armazenamento do país.

Diante da frustração das águas de março, agora o governo joga suas fichas nas chuvas de abril - mês que fecha o período úmido. O meteorologista da Climatempo, Alexandre Nascimento, destaca que, se até agora o nível dos reservatórios não foi recuperado, não serão as chuvas de abril que farão isso. "Mesmo que chova o volume normal, não será suficiente para recuperar o reservatório. Não há luz no fim do túnel", avalia Nascimento.

 

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