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Comperj

Crise não adiará obras do Polo Petroquímico do Rio de Janeiro, diz Petrobras

06/10/2009 | 08h57
A construção o Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), no Grande Rio, não sofrerá adiamento por causa da crise financeira internacional, disse hoje (5) o diretor de Abastecimento e Refino da estatal, Paulo Roberto Costa, durante palestra no Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef).
 

A Petrobras já iniciou, e concluiu, cerca de 50% das obras de terraplanagem do Comperj, um projeto de cerca de US$ 8,5 bilhões destinado ao refino de cerca de 150 mil barris por dia de petróleo pesado da Bacia de Campos, que serão transformados, principalmente, em insumos petroquímicos. A previsão é de que a primeira geração entre em operação em 2013.

 

A Unipar e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) são os únicos parceiros da Petrobras até agora na construção do polo. Costa, no entanto, admitiu que a estatal continua negociando, “tanto com sócios estrangeiros como nacionais” para a composição de acionistas da primeira e segunda gerações do empreendimento.

 

"Pode até ser. Nós ainda não discutimos o assunto, mas isso vai ser visto mais adiante", admitiu o diretor, quando perguntado se a Petrobras poderia exigir que as empresas integrantes dos projetos de segunda geração também viessem a fazer parte da composição acionário em formatação para a primeira fase do Comperj.

 

O Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro, um dos maiores projetos em volume de recurso e capacidade de processamento de insumos de petróleo em construção no mundo.



Fonte: Agência Brasil
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