África

Cowan anuncia farm out de blocos na Namíbia e inicia sísmica 3D

São dois blocos em águas ultraprofundas na Bacia de Lüderitz.

Redação TN/ Ascom Cowan
29/04/2014 13:01
Visualizações: 626

 

Cowan Petróleo e Gás anuncia farm out em dois blocos de exploração na Namíbia e inicia sísmica 3D
Ativos serão compartilhados entre a empresa brasileira, a americana Murphy Oil, a austríaca OMV e a Namcor, estatal do país africano
 
A brasileira Cowan Petróleo e Gás, braço do Grupo Cowan, acaba de concluir a mais importante operação em seus ativos no exterior – a venda de parte de dois blocos no pré-sal da Namíbia, na costa Oeste da África. Com o farm out, a empresa passa a compartilhar os direitos de exploração dos blocos 2613A e 2613B com a americana Murphy Oil e a austríaca OMV, ao lado da National Petroleum Corporation of Namibia (Namcor), que já era sócia na exploração dos blocos.
Para o diretor da Cowan Petróleo e Gás, Guilherme Santana, o farm out foi mais um sinal de confiança do mercado na região. "A entrada de novos players com experiência no setor fortalece a operação, reduz os riscos e contribui para o avanço no cumprimento do cronograma de exploração", afirma Guilherme Santana, acrescentando que, atualmente, o consórcio já realiza um trabalho de sísmica em 3D numa área de 5 mil Km².
Pelo acordo, a Cowan – que detinha 85% do controle – manterá 20% de participação, passando 40% para a Murphy Oil e 25% para a OMV. A Namcor, estatal da Namíbia, manterá 15% dos ativos, que somam uma área de 11.200 Km².
Adquiridos em 2011 pela empresa brasileira, os dois blocos ficam em águas ultraprofundas na Bacia de Lüderitz. A chegada da Cowan na Namíbia marcou o início do processo de internacionalização da companhia, num momento em que o Brasil paralisou novas rodadas de licitação. Entre 2011 e 2013, a Cowan Petróleo e Gás expandiu, significativamente, sua presença em exploração de petróleo e gás no Brasil e hoje possui um portfólio de 18 blocos no país.
 
Criada em 2006, a Cowan Petróleo e Gás é uma empresa do Grupo Cowan, que possui 56 anos de história, mais de 20 empresas e cerca de 3000 funcionários espalhados do Norte ao Sul do país.

Ativos serão compartilhados entre a empresa brasileira, a americana Murphy Oil, a austríaca OMV e a Namcor, estatal do país africano A brasileira Cowan Petróleo e Gás, braço do Grupo Cowan, acaba de concluir a mais importante operação em seus ativos no exterior – a venda de parte de dois blocos no pré-sal da Namíbia, na costa Oeste da África. Com o farm out, a empresa passa a compartilhar os direitos de exploração dos blocos 2613A e 2613B com a americana Murphy Oil e a austríaca OMV, ao lado da National Petroleum Corporation of Namibia (Namcor), que já era sócia na exploração dos blocos.

Para o diretor da Cowan Petróleo e Gás, Guilherme Santana, o farm out foi mais um sinal de confiança do mercado na região. "A entrada de novos players com experiência no setor fortalece a operação, reduz os riscos e contribui para o avanço no cumprimento do cronograma de exploração", afirma Guilherme Santana, acrescentando que, atualmente, o consórcio já realiza um trabalho de sísmica em 3D numa área de 5 mil km².

Pelo acordo, a Cowan – que detinha 85% do controle – manterá 20% de participação, passando 40% para a Murphy Oil e 25% para a OMV. A Namcor, estatal da Namíbia, manterá 15% dos ativos, que somam uma área de 11.200 Km².

Adquiridos em 2011 pela empresa brasileira, os dois blocos ficam em águas ultraprofundas na Bacia de Lüderitz. A chegada da Cowan na Namíbia marcou o início do processo de internacionalização da companhia, num momento em que o Brasil paralisou novas rodadas de licitação. Entre 2011 e 2013, a Cowan Petróleo e Gás expandiu, significativamente, sua presença em exploração de petróleo e gás no Brasil e hoje possui um portfólio de 18 blocos no país.

Criada em 2006, a Cowan Petróleo e Gás é uma empresa do Grupo Cowan, que possui 56 anos de história, mais de 20 empresas e cerca de 3000 funcionários espalhados do Norte ao Sul do país.

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Gás Natural
ANP concede prazo para adequação de importadores a resol...
12/06/26
E&P
ANP divulga Calendário Estratégico Unificado de Avaliaçõ...
12/06/26
Combustíveis
ANP toma medidas para priorizar ações de respostas a imp...
12/06/26
Aviação
IBP promove fórum sobre SAF para debater a implementação...
12/06/26
GLP
Sindigás: ANP paralisa "reforma do GLP" e acena com caut...
12/06/26
Biometano
Orizon conclui incorporação da Vital e cria líder latino...
12/06/26
Manaus
Distribuidoras apoiam parecer da AGU que recomenda suspe...
12/06/26
Transição Energética
IBP debate protagonismo de São Paulo no mercado de energia
11/06/26
Etanol de milho
Atvos recebe Licença de Instalação para sua primeira uni...
10/06/26
Aviação
Acelen Renováveis e IATA firmam parceria para impulsiona...
10/06/26
Evento
Fenasucro & Agrocana 2026 aprimora rastreabilidade de em...
10/06/26
Meio Ambiente
Constellation apoia restauração de recifes de coral no N...
10/06/26
Parceria
MME promove nova rodada de debate sobre a Estratégia Nac...
09/06/26
Etanol
Preço do hidratado cai pela 2ª semana consecutiva
09/06/26
BOGE 2026
Smart Control ganha destaque na Bahia Oil & Gas Energy 2...
08/06/26
Investimentos
Mar aberto para o crescimento: investimentos impulsionam...
08/06/26
Transmissão
ENGIE lidera projeto de tecnologia inédito e investe R$ ...
08/06/26
Aviação
O Brasil pode se tornar uma potência em SAF
08/06/26
Etanol
Mercado de etanol encerra a primeira semana de junho pre...
08/06/26
BRANDED CONTENT
Complexo de Energias Boaventura impulsiona o futuro ener...
05/06/26
PPSA
CNOOC e Petrochina arrematam cargas de Atapu e de Bacalh...
05/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.