Aço

Cotação internacional do aço volta a subir

<P>    O preço do aço no mercado internacional está em trajetória de recuperação em relação às cotações observadas no fim do ano passado. De acordo com o presidente-executivo da Arcelor Brasil, José Armando Campos de Figueiredo, a regularização dos estoques de placas na Europa e na ...

Redação
19/03/2006 21:00
Visualizações: 688

    O preço do aço no mercado internacional está em trajetória de recuperação em relação às cotações observadas no fim do ano passado. De acordo com o presidente-executivo da Arcelor Brasil, José Armando Campos de Figueiredo, a regularização dos estoques de placas na Europa e na América do Norte é o responsável pela alta verificada a partir do quarto trimestre de 2005. As placas já tiveram reajustes entre 10% e 15% nestes mercados.
    Na avaliação do executivo, até o terceiro trimestre as placas deverão ser negociadas a US$ 390 por tonelada. De acordo com Campos, questões conjunturais como o aumento de custos de produção e a valorização do real, que encarece as exportações, não tiram o apetite do grupo europeu Arcelor em realizar investimentos no país.
    O grupo apenas aguarda o melhor momento de mercado para tirar do papel os já exaustivamente anunciados planos de expansão de suas subsidiárias Cia. Siderúrgica de Tubarão (CST) Belgo Mineiro e Vega do Sul. Figueiredo negou que a ofensiva da Mittal Steel sobre a matriz reduziu o ritmo dos investimentos. O primeiro projeto da fila deve ser a ampliação de capacidade do laminador de tiras a quente da CST para 4 milhões de toneladas. Neste ano a produção de bobinas deve alcançar as 2,6 milhões de toneladas, ante as 2,3 milhões fabricadas no ano passado.
    Segundo o executivo, o investimento marginal deverá ficar entre US$ 70 milhões e US$ 80 milhões. A empresa conclui no segundo semestre a expansão de cinco milhões de toneladas para 7,5 milhões de toneladas de placas na CST. Até 2007, essa ampliação vai reduzir os custos industriais em cerca de 10%. Neste ano estão previstos investimentos de US$ 1 bilhão nas operações brasileiras; entre 2007 e 2008 serão aplicados outro US$ 1 bilhão.

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