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Gás Natural

Consumo de gás em Santa Catarina bate recorde em agosto

09/09/2013 | 11h57

 

Santa Catarina atingiu três recordes históricos simultâneos de volume distribuição de gás natural em agosto. Foram distribuídos 59.972.653 m³ de gás no mês, numa média de 1.934.602 m³ por dia, tendo o pico de vendas sido registrado no dia 9 de agosto, com 2.081.766 m³ entregues – todas as marcas são as maiores registradas desde abril de 2000, início das operações da SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina).
Concessionária do serviço de distribuição de gás natural em Santa Catarina, a SCGÁS possui um contrato de fornecimento junto à Petrobras até 2019 que autoriza a venda de 2 milhões de metros cúbicos diários, que são importados pela petroleira da Bolívia e transportados até o Estado pelo Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol). Distribuindo acima de 2,1 milhões m³/dia a empresa é multada.
Os números refletem a situação do esgotamento da oferta de gás natural em Santa Catarina. Sem alternativas para aumentar a sua cota, a SCGÁS mantém uma lista de espera de clientes que já possui mais de 60 empresas. A companhia ainda aguarda resposta da Petrobras à solicitação formal encaminhada pelos membros do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul, formado pelos governadores do MS, PR, SC e RS), na qual pede-se uma solução para o aumento do suprimento para o Sul do Brasil.
As alternativas possíveis são o aumento do volume de compra da SCGÁS do Gasbol por meio de permutas entre os Estados consumidores, a construção de um terminal de gás natural liquefeito em um dos portos de Santa Catarina, que permitiria a compra de gás de qualquer fonte, e o desenvolvimento de uma alternativa de transporte à costa do gás produzido nos campos de exploração de petróleo no Estado e que são queimados diariamente. De acordo com o Boletim Mensal de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia (MME), foram queimados no mês de julho 3,7 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural no Brasil, 16% a mais que o mês anterior.

A Companhia de Gás de Santa Catarina (SCGÁS) anunciou hoje que o fornecimento de gás atingiu três recordes históricos simultâneos de volume distribuição no mês de agosto. Ao todo, foram distribuídos 59.972.653 m³ de gás no mês, numa média de 1.934.602 m³ por dia, tendo o pico de vendas sido registrado no dia 9 de agosto, com 2.081.766 m³ entregues – todas as marcas são as maiores registradas desde abril de 2000, início das operações da SCGÁS (Companhia de Gás de Santa Catarina).


Concessionária do serviço de distribuição de gás natural em Santa Catarina, a SCGÁS possui um contrato de fornecimento junto à Petrobras até 2019 que autoriza a venda de 2 milhões de metros cúbicos diários, que são importados pela petroleira da Bolívia e transportados até o Estado pelo Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol). Distribuindo acima de 2,1 milhões m³/dia a empresa é multada.Os números refletem a situação do esgotamento da oferta de gás natural em Santa Catarina. Sem alternativas para aumentar a sua cota, a SCGÁS mantém uma lista de espera de clientes que já possui mais de 60 empresas. A companhia ainda aguarda resposta da Petrobras à solicitação formal encaminhada pelos membros do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul, formado pelos governadores do MS, PR, SC e RS), na qual pede-se uma solução para o aumento do suprimento para o Sul do Brasil.


As alternativas possíveis são o aumento do volume de compra da SCGÁS do Gasbol por meio de permutas entre os Estados consumidores, a construção de um terminal de gás natural liquefeito em um dos portos de Santa Catarina, que permitiria a compra de gás de qualquer fonte, e o desenvolvimento de uma alternativa de transporte à costa do gás produzido nos campos de exploração de petróleo no Estado e que são queimados diariamente. De acordo com o Boletim Mensal de Acompanhamento da Indústria de Gás Natural do Ministério de Minas e Energia (MME), foram queimados no mês de julho 3,7 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural no Brasil, 16% a mais que o mês anterior.

 



Fonte: Redação TN Petróleo
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