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Energia elétrica

Consumo de energia teve alta de quase 2% no trimestre, divulga CCEE

18/11/2020 | 14h33
Consumo de energia teve alta de quase 2% no trimestre, divulga CCEE
Divulgação Divulgação

O consumo de energia elétrica avançou quase 2% no Brasil no terceiro trimestre em relação aos mesmos meses do ano passado, de acordo com informações dos boletins InfoMercado, da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE. Os dados de julho a setembro, agora consolidados, mostram que o período foi o primeiro de 2020 a registrar crescimento do resultado na comparação anual. Para o ano, o cenário ainda é de queda, mas menos intensa, de 2,9%.

A retomada ocorreu em quase todos os ramos de atividade que negociam seu fornecimento no mercado livre, com exceção dos segmentos de veículos (-8,7%), transportes (-7,9%) e extração de minerais metálicos (-0,7%). Destaque para os aumentos apresentados pelos setores de saneamento (32%), comércio (19,9%) e bebidas (14,8%). Os valores consideram a migração de consumidores do mercado regulado.

Acompanhando a alta nos volumes consumidos de energia, a geração também cresceu cerca de 2% no terceiro trimestre frente a 2019. As usinas hidrelétricas produziram 14,7% a mais no período do que no ano passado. As eólicas e solares fotovoltaicas também apresentaram elevação, de 10% e 26,4%, respectivamente. Apenas as termelétricas registraram redução entre julho e agosto, de 36,2%.

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Setembro

O consumo e a geração de energia avançaram respectivamente 4% e 4,1% em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. No mês, a produção somou 66.388 MW médios, com aumento em quase todas as fontes, exceto das usinas térmicas, que tiveram queda de 35,1%. As hidráulicas, por sua vez, apresentaram uma alta de 17,2%, segundo o InfoMercado Mensal.

Os ambientes de comercialização regulada e livre apontaram crescimento de 1,4% e 10%, respectivamente. Ao se excluir o efeito da migração dos consumidores, o ACR apresenta aumento de 3,8% e o ACL demonstra elevação de 4,7%.

A principais variáveis que influenciaram o crescimento foram a produção industrial medida pelo IBGE, que registrou alta de 2,6% em relação ao mês de agosto e as temperaturas máximas que estiveram acima do verificado no mesmo período em 2019 na maior parte dos submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul.



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