Eletricidade

Consumo de energia no comércio cresceu 7,9% em 2012

Consumo total totalizou 448.293 GWh.

Redação
28/01/2013 17:11
Consumo de energia no comércio cresceu 7,9% em 2012 Imagem: Stock XCHNG Visualizações: 612

 

Apesar de, em 2012, a economia nacional ter crescido, segundo as estimativas do Banco Central, cerca de 1%, o consumo de energia elétrica na rede - isto é, consumo exclusive autoprodução - fechou o ano com expansão de 3,5%, totalizando 448.293 gigawatts-hora (GWh). Esses são os resultados apurados pela de Pesquisa Energética (EPE) na Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada nesta segunda-feira (28) e da qual participam as principais concessionárias do país.
O crescimento do consumo de energia elétrica em 2012 foi liderado pelos segmentos de comércio e serviços (+7,9%) e residencial (+5,0%), atendidos preponderantemente na baixa tensão (perdas técnicas mais altas).
De acordo com a EPE, o descolamento entre a alta do PIB e o consumo de energia, antes de significar mudanças estruturais definitivas, é próprio de períodos em que a economia cresce menos. Pode ser atribuído a elementos inerciais presentes no comportamento do mercado consumidor, os mesmos que, por outro lado, explicam o fenômeno oposto - o crescimento relativamente menor do consumo em tempos de maior aquecimento da economia.

Apesar de, em 2012, a economia nacional ter crescido, segundo as estimativas do Banco Central, cerca de 1%, o consumo de energia elétrica na rede - isto é, consumo sem autoprodução - fechou o ano com expansão de 3,5%, totalizando 448.293 gigawatts-hora (GWh). Esses são os resultados apurados pela de Pesquisa Energética (EPE) na Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, divulgada nesta segunda-feira (28) e da qual participam as principais concessionárias do país.


O crescimento do consumo de energia elétrica em 2012 foi liderado pelos segmentos de comércio e serviços (+7,9%) e residencial (+5,0%), atendidos preponderantemente na baixa tensão (perdas técnicas mais altas).


De acordo com a EPE, o descolamento entre a alta do PIB e o consumo de energia, antes de significar mudanças estruturais definitivas, é próprio de períodos em que a economia cresce menos. Pode ser atribuído a elementos inerciais presentes no comportamento do mercado consumidor, os mesmos que, por outro lado, explicam o fenômeno oposto - o crescimento relativamente menor do consumo em tempos de maior aquecimento da economia.

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