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Confiança da indústria cai pela quarta vez seguida

26/09/2013 | 09h42

 

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 1% de agosto para setembro, ao passar de 99 para 98 pontos. Essa foi a quarta queda seguida e a mais baixa pontuação desde julho de 2009 (95,7 pontos). Na apuração de agosto, o índice havia recuado em 0,6%.
A medição Sondagem da Indústria de Transformação é feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e reflete a percepção dos empresários em relação à economia do país e à evolução de seus negócios. Para esse cálculo, que considera os resultados trimestrais, foram feitas consultas com 1.246 representantes de empresas entre os últimos dias 2 e 23 de setembro.
Do total de entrevistados, 10% apontaram a atual demanda do mercado como forte, o que demonstra uma queda, em relação aos 13,9% da avaliação anterior. Também houve redução na parcela que considera o nível de demanda fraco, ao passar de 17% para 14,2%.
Entre os componentes que mais influenciaram a queda do ICI está a projeção sobre a contratação de pessoal. O percentual de empresas que pretendem aumentar o número de empregados recuou de 17% para 13,9%.  Houve diminuição também na parcela que prevê cortes (de 12,4% para 11,7%).
No entanto, o nível de utilização da capacidade instalada ficou praticamente estável em 84,2% ante 84,4%.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) caiu 1% de agosto para setembro, ao passar de 99 para 98 pontos. Essa foi a quarta queda seguida e a mais baixa pontuação desde julho de 2009 (95,7 pontos). Na apuração de agosto, o índice havia recuado em 0,6%.


A medição Sondagem da Indústria de Transformação é feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e reflete a percepção dos empresários em relação à economia do país e à evolução de seus negócios. Para esse cálculo, que considera os resultados trimestrais, foram feitas consultas com 1.246 representantes de empresas entre os últimos dias 2 e 23 de setembro.


Do total de entrevistados, 10% apontaram a atual demanda do mercado como forte, o que demonstra uma queda, em relação aos 13,9% da avaliação anterior. Também houve redução na parcela que considera o nível de demanda fraco, ao passar de 17% para 14,2%.


Entre os componentes que mais influenciaram a queda do ICI está a projeção sobre a contratação de pessoal. O percentual de empresas que pretendem aumentar o número de empregados recuou de 17% para 13,9%.  Houve diminuição também na parcela que prevê cortes (de 12,4% para 11,7%).


No entanto, o nível de utilização da capacidade instalada ficou praticamente estável em 84,2% ante 84,4%.

 



Fonte: Agência Brasil
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