Sustentabilidade

Conferência Ethos 2013 discute oportunidades de negócios

Encontro termina amanhã em São Paulo.

Redação TN
04/09/2013 15:56
Visualizações: 1172

 

Conferência Ethos 2013
Evento discute oportunidades dos negócios sustentáveis e responsáveis
Começou nesta terça-feira (3), a 15ª edição da Conferência Ethos Internacional 2013. Com o tema central "Negócios Sustentáveis e Responsáveis: Oportunidades para as Empresas e para o Brasil”, o encontro, promovido pelo Instituto Ethos busca fomentar o compartilhamento entre representantes de empresas, governo, sociedade civil e especialistas em desenvolvimento sustentável. A conferência termina amanhã (5) em São Paulo.
Para essa edição, o evento inova em sua abordagem, com uma programação que inclui a discussão de casos e construção conjunta de modelos de negócios sustentáveis, além de palestras. 
"Trocar os vieses negativos que cercam o tema da gestão sustentável e socialmente responsável, como os possíveis e desastrosos impactos das mudanças climáticas, os riscos ambientais e sociais, e colocar um novo paradigma é parte da estratégia da conferência", afirmou Henrique Lian, coordenador da conferência.
Na abertura do evento ontem, Jorge Abrahão, presidente do Ethos, comentou sobre uma pesquisa da Universidade de Harvard (EUA) que aponta que as empresas mais comprometidas com o tema geram o dobro da riqueza que outras que ainda não se apropriaram desses valores e afirmou: “Quando sustentabilidade deixa de ser um departamento e entra na gestão estratégica da empresa, é o real momento da mudança”.
Ontem, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, defendeu que o Brasil tem que repensar seu modelo de desenvolvimento nacional e repensar as relações das empresas transnacionais brasileiras em outros países. 
Segundo ele algumas empresas brasileiras, como a Petrobras, reproduzem nos países vizinhos um comportamento impositivo que empresas de nações desenvolvidas teriam exercido no Brasil. 
"Temos que ter a autocrítica de reconhecer, por exemplo, que a presença da Petrobras na Bolívia era sim um modelo que dava corpo, dava razão, para aquilo que chamavam de comportamento subimperialista. O Brasil reproduz em relação ao seus vizinhos o mesmo comportamento que o grande imperialismo de primeiro mundo a nosso respeito", avaliou. 
Segundo Carvalho, muitas dessas atitudes das empresas se dão em função da alta competitividade na hora de levar os negócios ao exterior. 

Começou nesta terça-feira (3), a 15ª edição da Conferência Ethos Internacional 2013. Com o tema central "Negócios Sustentáveis e Responsáveis: Oportunidades para as Empresas e para o Brasil”, o encontro, promovido pelo Instituto Ethos busca fomentar o compartilhamento entre representantes de empresas, governo, sociedade civil e especialistas em desenvolvimento sustentável. A conferência termina amanhã (5) em São Paulo.


Para essa edição, o evento inova em sua abordagem, com uma programação que inclui a discussão de casos e construção conjunta de modelos de negócios sustentáveis, além de palestras. 


"Trocar os vieses negativos que cercam o tema da gestão sustentável e socialmente responsável, como os possíveis e desastrosos impactos das mudanças climáticas, os riscos ambientais e sociais, e colocar um novo paradigma é parte da estratégia da conferência", afirmou Henrique Lian, coordenador da conferência.


Na abertura do evento ontem, Jorge Abrahão, presidente do Ethos, comentou sobre uma pesquisa da Universidade de Harvard (EUA) que aponta que as empresas mais comprometidas com o tema geram o dobro da riqueza que outras que ainda não se apropriaram desses valores e afirmou: “Quando sustentabilidade deixa de ser um departamento e entra na gestão estratégica da empresa, é o real momento da mudança”.


Ontem, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, defendeu que o Brasil tem que repensar seu modelo de desenvolvimento nacional e repensar as relações das empresas transnacionais brasileiras em outros países. 


Segundo ele algumas empresas brasileiras, como a Petrobras, reproduzem nos países vizinhos um comportamento impositivo que empresas de nações desenvolvidas teriam exercido no Brasil. 


"Temos que ter a autocrítica de reconhecer, por exemplo, que a presença da Petrobras na Bolívia era sim um modelo que dava corpo, dava razão, para aquilo que chamavam de comportamento subimperialista. O Brasil reproduz em relação ao seus vizinhos o mesmo comportamento que o grande imperialismo de primeiro mundo a nosso respeito", avaliou. Segundo Carvalho, muitas dessas atitudes das empresas se dão em função da alta competitividade na hora de levar os negócios ao exterior. 

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