Formação

Complexo Industrial de Campo Grande terá Centro Universitário como vizinho

Uezo começará formação de tecnólogos em 2014.

Redação / Agência
08/04/2013 11:45
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O novo campus do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo) começa a ganhar forma no segundo semestre e, a partir de meados de 2014, inicia a formação de cerca de seis mil tecnólogos para atender ao crescente mercado industrial da região. A primeira parcela da verba para as obras, no valor de R$ 10 milhões, já foi disponibilizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio (Faperj), financiadora do projeto de modernização da instituição.
Localizado no Complexo Industrial de Campo Grande, o terreno do campus será preparado para receber o principal prédio da universidade, o bloco da graduação. Está incluída a construção de 16 mil metros quadrados de salas e laboratórios. As intervenções devem durar 18 meses. No total, serão investidos R$ 80 milhões no novo espaço do Uezo, que funciona desde 2005 em instalações do Instituto Sara Kubitschek, no mesmo bairro.
A segunda etapa do projeto do centro universitário, desenvolvido pelo arquiteto Paulo Casé, terá 80 mil metros quadrados de obras, sendo 26 mil metros de prédios, e o restante de urbanização do terreno, cedido pela Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
"O projeto arquitetônico já está na Prefeitura do Rio para aprovação. O novo campus terá como foco a pesquisa. Será um salto de qualidade. Vamos formar mão de obra altamente preparada para atender à demanda da região, e essa formação passa pelo processo de treinamento nos laboratórios. A estrutura laboratorial da Uezo receberá ainda o laboratório de pesquisa da Marinha", explicou o reitor do Uezo, Alex da Silva Sirqueira.
Com a inauguração do campus da instituição, o número de estudantes subirá para aproximadamente 9 mil, 7.088 a mais que o atual. Os cursos oferecidos também serão ampliados. Atualmente, o centro universitário prepara profissionais em Biotecnologia; Análise e Desenvolvimento de Sistemas; Produção de Fármacos; Processos Metalúrgicos; Polímeros; Construção Naval; Ciência da Computação, Ciências Biológicas; Farmácia; e Engenharia de Produção.
Campus aguardado pelo corpo docente e alunos
Os projetos inovadores criados por mestres e estudantes ganharão reforço com a inauguração da nova sede da universidade estadual, segundo o professor de Neurociências, Gláucio Diré Feliciano. Com a estrutura laboratorial do campus, o corpo docente e os alunos terão acesso a equipamentos mais modernos.
"Vamos contar com uma infraestrutura mais apropriada para a realização de pesquisas e atenderemos mais estudantes. Ampliaremos a nossa missão e até as parcerias com empresas como a Fiocruz, Uerj e etc. Seremos uma instituição com um diferenciador", afirmou o pesquisador, que, junto com a professora de Farmoquímica, Alaide de Sá Barreto, já publicou um trabalho na Itália e Estados Unidos.
Estudante do segundo ano do curso de Biotecnologia, Fernanda Pereira acredita que a construção do campus no Complexo Industrial de Campo Grande trará mais reconhecimento à instituição, além de garantir mais parcerias com empresas da região.
"Estaremos em uma área mais próxima das indústrias da região e isso é importante para encurtar o nosso caminho até o mercado de trabalho. O campus também dará uma identidade à universidade, que é nova", disse a jovem, de 18 anos.

O novo campus do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste (Uezo) começa a ganhar forma no segundo semestre e, a partir de meados de 2014, inicia a formação de cerca de seis mil tecnólogos para atender ao crescente mercado industrial da região. A primeira parcela da verba para as obras, no valor de R$ 10 milhões, já foi disponibilizada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio (Faperj), financiadora do projeto de modernização da instituição.


Localizado no Complexo Industrial de Campo Grande, o terreno do campus será preparado para receber o principal prédio da universidade, o bloco da graduação. Está incluída a construção de 16 mil metros quadrados de salas e laboratórios. As intervenções devem durar 18 meses. No total, serão investidos R$ 80 milhões no novo espaço do Uezo, que funciona desde 2005 em instalações do Instituto Sara Kubitschek, no mesmo bairro.


A segunda etapa do projeto do centro universitário, desenvolvido pelo arquiteto Paulo Casé, terá 80 mil metros quadrados de obras, sendo 26 mil metros de prédios, e o restante de urbanização do terreno, cedido pela Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.


"O projeto arquitetônico já está na Prefeitura do Rio para aprovação. O novo campus terá como foco a pesquisa. Será um salto de qualidade. Vamos formar mão de obra altamente preparada para atender à demanda da região, e essa formação passa pelo processo de treinamento nos laboratórios. A estrutura laboratorial da Uezo receberá ainda o laboratório de pesquisa da Marinha", explicou o reitor do Uezo, Alex da Silva Sirqueira.


Com a inauguração do campus da instituição, o número de estudantes subirá para aproximadamente 9 mil, 7.088 a mais que o atual. Os cursos oferecidos também serão ampliados. Atualmente, o centro universitário prepara profissionais em Biotecnologia; Análise e Desenvolvimento de Sistemas; Produção de Fármacos; Processos Metalúrgicos; Polímeros; Construção Naval; Ciência da Computação, Ciências Biológicas; Farmácia; e Engenharia de Produção.



Campus aguardado pelo corpo docente e alunos


Os projetos inovadores criados por mestres e estudantes ganharão reforço com a inauguração da nova sede da universidade estadual, segundo o professor de Neurociências, Gláucio Diré Feliciano. Com a estrutura laboratorial do campus, o corpo docente e os alunos terão acesso a equipamentos mais modernos.


"Vamos contar com uma infraestrutura mais apropriada para a realização de pesquisas e atenderemos mais estudantes. Ampliaremos a nossa missão e até as parcerias com empresas como a Fiocruz, Uerj e etc. Seremos uma instituição com um diferenciador", afirmou o pesquisador, que, junto com a professora de Farmoquímica, Alaide de Sá Barreto, já publicou um trabalho na Itália e Estados Unidos.


Estudante do segundo ano do curso de Biotecnologia, Fernanda Pereira acredita que a construção do campus no Complexo Industrial de Campo Grande trará mais reconhecimento à instituição, além de garantir mais parcerias com empresas da região.


"Estaremos em uma área mais próxima das indústrias da região e isso é importante para encurtar o nosso caminho até o mercado de trabalho. O campus também dará uma identidade à universidade, que é nova", disse a jovem, de 18 anos.

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