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Mercado

Commodities sustentam a balança comercial

02/09/2010 | 11h49

As commodities continuam sustentando a balança comercial brasileira. Nos oito primeiros meses deste ano, apenas sete dos principais produtos do setor agrícola somaram US$ 36,3 bilhões nas receitas com exportações, 15% mais do que em igual período anterior. No setor de metais, o minério de ferro foi o grande destaque e atingiu receitas de US$ 15,9 bilhões até agosto, valor que supera em 81% o de igual período de 2009.

As vendas externas de petróleo bruto renderam US$ 10 bilhões, com alta de 89%, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento. O aumento de receitas das commodities veio mais pela recuperação dos preços externos do que pelo crescimento do volume exportado. A soja foi exceção. Em agosto, a tonelada foi negociada a US$ 390 em média, 11% menos do que em igual mês de 2009. Já o açúcar caminhou na direção oposta.

A tonelada do produto bruto atingiu US$ 407, com alta de 25% sobre agosto de 2009. As carnes "in natura" também mostram boa recuperação de preços. A suína continua sendo a de menor receita no período, mas os preços do mês passado superaram em 30% os de agosto de 2009. No período de janeiro a agosto, a carne bovina foi a que mais teve aumento nas receitas, somando US$ 2,6 bilhões, 40% mais do que em relação a 2009. A de frango acumulou US$ 3,7 bilhões neste ano, com alta de 20% sobre igual período de 2009. Até o milho, apesar do câmbio desfavorável, conseguiu receitas maiores neste ano, devido aos leilões do governo: US$ 677 milhões.

Pé no acelerador Ainda faltam quatro dias para seu término, mas a atual edição da Expointer é a terceira maior da história em vendas de máquinas e implementos agrícolas. Os negócios atingem R$ 245 milhões em pedidos de financiamento. Matriz limpa O bagaço e a palha de cana podem representar 14% da matriz energética brasileira em 2020.

A estimativa é de José Goldemberg, que participou da elaboração do "Anuário Brasileiro de Energias Renováveis", da AgraFNP. Alta no fertilizante A Belarusian Potash Co., que controla 29% do mercado global de fertilizantes, quer aumentar seus preços no Brasil e na Ásia em cerca de 8% depois que as commodities agrícolas subiram, segundo a Bloomberg. Bom preço A alta do algodão permitiu que as exportações brasileiras somassem US$ 5,4 milhões no mês passado, 120% a mais do que em igual período de 2009. Menos tarifas

A redução das taxas de importação para frango inteiro e cortes de frango congelados é um dos temas no encontro de hoje entre Miguel Jorge e o Ministro da Indústria e Comércio da Índia, Jyotiraditya Scindia. Sem concorrência O pedido foi feito pela Ubabef (entidade do setor), que diz que o frango brasileiro não concorre com o indiano. Apenas 1% do consumo de frango na Índia é congelado. OLHO NO PREÇO COTAÇÕES Mercado Interno FRANGO (quilo em SP) R$ 1,75 SUÍNO (arroba em SP) R$ 55,4 Chicago MILHO (dólar por bushel) 4,32 SOJA (dólar por bushel) 10,0.



Fonte: A Tribuna - SP
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