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Gás Natural

Comgás conclui renegociação com a Petrobras

11/12/2013 | 09h36

 

A Comgás, distribuidora de gás natural que atua no Estado de São Paulo, concluiu a renegociação de seu contrato de fornecimento do combustível com a Petrobras, conforme apurou o Valor PRO, serviço em tempo real do Valor. As condições concedidas pela petrolífera são semelhantes às do contrato anterior, que expira no dia 31 de dezembro.
O contrato garante o fornecimento de cerca de 5 milhões de metros cúbicos por dia, ou o equivalente a 40% do total comercializado pela Comgás, a maior distribuidora de gás canalizado do país. Esse volume, segundo estimativas do mercado, corresponde a cerca de R$ 1,2 bilhão por ano. Os 60% restantes do gás vendido pela distribuidora paulista vêm da Bolívia e, neste caso, os contratos de abastecimento estão atrelados ao dólar.
Devido à variação do câmbio, as tarifas da Comgás devem sofrer um novo aumento no ano que vem. O reajuste tarifário da companhia ocorre sempre no dia 31 de maio, quando os custos variáveis acumulados ao longo dos últimos doze meses, entre eles a elevação dos preços do gás natural da Bolívia, são repassados para os consumidores finais. Até setembro, o total acumulado na conta da Comgás já alcançava R$ 350 milhões, cifra que deve ser incorporada à tarifas no ano que vem.
As tarifas das distribuidoras de gás que atuam em São Paulo são definidas pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp). Em maio deste ano, os valores cobrados pela Comgás apresentaram um aumento de 6,02% a 8,86%, de acordo com a classe de consumidores e o volume vendido.

A Comgás, distribuidora de gás natural que atua no Estado de São Paulo, concluiu a renegociação de seu contrato de fornecimento do combustível com a Petrobras, conforme apurou o Valor PRO, serviço em tempo real do Valor. As condições concedidas pela petrolífera são semelhantes às do contrato anterior, que expira no dia 31 de dezembro.

O contrato garante o fornecimento de cerca de 5 milhões de metros cúbicos por dia, ou o equivalente a 40% do total comercializado pela Comgás, a maior distribuidora de gás canalizado do país. Esse volume, segundo estimativas do mercado, corresponde a cerca de R$ 1,2 bilhão por ano. Os 60% restantes do gás vendido pela distribuidora paulista vêm da Bolívia e, neste caso, os contratos de abastecimento estão atrelados ao dólar.

Devido à variação do câmbio, as tarifas da Comgás devem sofrer um novo aumento no ano que vem. O reajuste tarifário da companhia ocorre sempre no dia 31 de maio, quando os custos variáveis acumulados ao longo dos últimos doze meses, entre eles a elevação dos preços do gás natural da Bolívia, são repassados para os consumidores finais. Até setembro, o total acumulado na conta da Comgás já alcançava R$ 350 milhões, cifra que deve ser incorporada à tarifas no ano que vem.

As tarifas das distribuidoras de gás que atuam em São Paulo são definidas pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo (Arsesp). Em maio deste ano, os valores cobrados pela Comgás apresentaram um aumento de 6,02% a 8,86%, de acordo com a classe de consumidores e o volume vendido.

 



Fonte: Valor Econômico
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