Balanço

Comercialização de combustíveis deve fechar 2008 com recorde

Em coletiva nesta terça-feira (16), o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) indicou que o setor de combustíveis fechará o ano em 76,3 bilhões de litros, com crescimento de 7% em relação ao ano passado.

Redação
16/12/2008 16:15
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Em coletiva nesta terça-feira (16), o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) indicou que o setor de combustíveis fechará o ano em 76,3 bilhões de litros, com crescimento de 7% em relação ao ano passado.

 

Segundo o Sindicom, as vendas terão recordes em 2008, principalmente com relação ao álcool, que atingirá o maior volume já comercializado, superando o recorde de 1990. As vendas totais de derivados, não só as do sindicato, indicarão um crescimento de 8,8% sobre o volume comercializado no ano passado, com 96,15 bilhões de litros. Já as empresas do Sindicom, que representam 79% do mercado total, terão aumento de 7,1% nas vendas.

 

Os dados apresentados mostram que a venda de óleo diesel cresceu 6,4% em relação a 2007, com a comercialização pelo Sindicom de 37,7 bilhões de litros. Ainda de acordo com o vice-presidente do Sindicom, Alísio Vaz, o consumo de óleo diesel, em novembro, atingiu 3,03 bilhões de litros, representando uma queda de 3,3% em relação aos 3,13 bilhões de litros em igual mês de 2007. Alísio explicou que a principal queda da demanda de diesel foi encontrada nas regiões voltadas para exportação, principalmente ferrorivas e portos.

 

Entretanto, o consumo da gasolina no mesmo mês foi de 1,54 bilhão de litros, representando uma queda de 2,8% diante dos 1,59 bilhão de litros no mesmo período. Ainda de acordo com o vice-presidente da Sindicom, a queda no consumo da gasolina não é reflexo da crise financeira, uma vez que o consumo de álcool cresceu no mês de novembro, refletindo o aumento da procura por carros flex.

 

Apesar do aumento do mercado ilegal, principalmente o de álcool, estimado entre 1 bilhão e 2 bilhões de litros vendidos ilegalmente, o executivo espera que em 2009 a economia do país registre um crescimento entre 3% a 4%, com um volume de venda de combustíveis se mantendo igual a este ano.

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