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Economia

Com queda de 0,4%, emprego na indústria tem 5º recuo consecutivo em agosto

10/10/2014 | 09h55

 

Pessoal ocupado na indústria caiu 0,4% na passagem de julho para agosto deste ano, na quinta redução consecutiva do emprego industrial. O setor acumula perda de 2,9% no período. Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes).
Na comparação com agosto do ano passado, a queda nos postos de trabalho foi 3,6%. Quatorze das 18 atividades industriais pesquisadas pelo IBGE tiveram recuo no pessoal ocupado assalariado nesse tipo de comparação, com destaque para as indústrias de meios de transporte (-7,5%), de produtos de metal (-7,9%), de calçados e couro (-9%) e de máquinas e equipamentos (-5,5%).
Quatro setores tiveram aumento dos postos de trabalho e evitaram uma queda maior do emprego na indústria. Os principais impactos positivos vieram dos setores de minerais não-metálicos (com alta de 1,1%) e de produtos químicos (1%).
Entre os locais, houve recuo em 13 dos 14 pesquisados. São Paulo contribuiu para a redução dos postos de trabalho, com queda de 4,8%, seguido por Paraná (-5,2%), Rio Grande do Sul (-4,7%), Minas Gerais (-3,3%) e regiões Norte e Centro-Oeste (-2,2%).
Nos acumulados do ano e do período de 12 meses, as perdas de postos de trabalho são 2,7% e 2,4%, respectivamente.
A folha de pagamento real cresceu 0,5% na passagem de julho para agosto e 0,4% no acumulado do ano, mas caiu 1,6% na comparação com agosto do ano passado e manteve-se estável no acumulado de 12 meses. 

Pessoal ocupado na indústria caiu 0,4% na passagem de julho para agosto deste ano, na quinta redução consecutiva do emprego industrial.

O setor acumula perda de 2,9% no período.

Os dados foram divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em sua Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes).

Na comparação com agosto do ano passado, a queda nos postos de trabalho foi 3,6%. Quatorze das 18 atividades industriais pesquisadas pelo IBGE tiveram recuo no pessoal ocupado assalariado nesse tipo de comparação, com destaque para as indústrias de meios de transporte (-7,5%), de produtos de metal (-7,9%), de calçados e couro (-9%) e de máquinas e equipamentos (-5,5%).

Quatro setores tiveram aumento dos postos de trabalho e evitaram uma queda maior do emprego na indústria.

Os principais impactos positivos vieram dos setores de minerais não-metálicos (com alta de 1,1%) e de produtos químicos (1%).

Entre os locais, houve recuo em 13 dos 14 pesquisados.

São Paulo contribuiu para a redução dos postos de trabalho, com queda de 4,8%, seguido por Paraná (-5,2%), Rio Grande do Sul (-4,7%), Minas Gerais (-3,3%) e regiões Norte e Centro-Oeste (-2,2%).

Nos acumulados do ano e do período de 12 meses, as perdas de postos de trabalho são 2,7% e 2,4%, respectivamente.

A folha de pagamento real cresceu 0,5% na passagem de julho para agosto e 0,4% no acumulado do ano, mas caiu 1,6% na comparação com agosto do ano passado e manteve-se estável no acumulado de 12 meses. 

 



Fonte: Agência Brasil
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