Etanol

Com o consumo acima de 1 bilhão de litros em novembro, o combustível é o preferido nos postos

Redação/Assessoria Unica
21/12/2016 17:21
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Em novembro de 2016, de acordo com dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e compilados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), o consumo de combustíveis (etanol hidratado carburante e gasolina C) pelos veículos leves do ciclo Otto somou 4,41 bilhões de litros, crescimento de 4,1% em relação a novembro de 2015.

A demanda pelo etanol hidratado segue a tendência de retração observada nos últimos meses, com queda de 16,1% ante outubro, mas com o consumo mensal acima de 1 bilhão de litros em todo território nacional.

O volume demonstra a preferência do consumidor brasileiro pelo renovável em detrimento ao produto fóssil. Mesmo em um período em que a paridade de preços é desfavorável ao biocombustível, seus benefícios proporcionados à saúde da população e ao meio ambiente fizeram a diferença. No mês de novembro, esta paridade média nos principais estados consumidores ficou em 76%, valor superior à relação considerada ideal de 70% entre os preços dos combustíveis.

Do total demandado, em relação a outubro de 2016, no Centro-Sul, nota-se queda de 16,8%, totalizando 931 milhões de litros. Já no Norte-Nordeste, a demanda alcançou 74,50 milhões de litros com redução de 7,4%. No Estado de São Paulo, o volume consumido atingiu 581 milhões de litros ante 695 milhões, retração de 16,4%.

Essa queda da demanda pelo biocombustível decorre da perda de competitividade econômica frente ao seu concorrente fóssil no mês de novembro nos principais centros consumidores. Ponderando os preços mensais desses estados pelo consumo, o preço de etanol na bomba subiu em média 14 centavos por litro, cotado a R$ 2,73 no mês de novembro.

Com relação ao combustível fóssil no Brasil, a demanda registrou crescimento de 14,1% em relação a novembro de 2015 (3,70 bilhões de litros versus 3,25 bilhões) e de 2,4% quando comparado a outubro. Regionalmente, no Centro-Sul houve crescimento de 3,9% contra queda de 1,6% no Norte-Nordeste, com o consumo atingindo 2,73 bilhões de litros e 976 milhões de litros, respectivamente.

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