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Energia elétrica

Com 15 projetos de fontes renováveis, Leilão A-4 viabiliza investimentos de R$ 1,9 bilhão

01/07/2019 | 10h50
Com 15 projetos de fontes renováveis, Leilão A-4 viabiliza investimentos de R$ 1,9 bilhão
Divulgação Divulgação

O leilão A-4, realizado na sexta-feira, 28/06, contratou 401,6 MW de potência divididos em 15 projetos de fontes renováveis. Os empreendimentos somam R$ 1,9 bilhão em investimentos previstos na construção de novas usinas, com potencial de geração de 4.500 empregos. O leilão registrou um deságio médio de 45%, o que representa uma economia de R$ 2,166 bilhões para os consumidores de energia.

O objetivo do leilão, que registrou preço médio de R$ 151,15 por MWh, foi contratar energia proveniente de novos empreendimentos de geração de fontes hidrelétrica, eólica, solar fotovoltaica e termelétrica a biomassa, com início do suprimento a partir de janeiro de 2023.

O leilão realizado era muito esperado pelos investidores, que cadastraram projetos que estariam já prontos para serem construídos. Esses projetos somados totalizam 51.000 MW, o que equivale à energia necessária para suprir o crescimento econômico dos próximos 10 a 12 anos, demonstrando o quão confiável é o ambiente de negócios no setor elétrico brasileiro

O maior número de projetos contratados foi da fonte solar, que somou uma capacidade instalada de 203,7 megawatts. Ao todo, seis usinas solares foram contratadas: uma em MG e cinco no Ceará (CE).

As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) somaram 81,3MW com cinco projetos contratados, que serão divididos em: duas em Santa Catarina (SC), uma em Minas Gerais (MG), uma no Paraná (PR) e uma no Mato Grosso (MT).

Duas usinas eólicas foram contratadas para o estado do Piauí (PI) e uma no Rio Grande do Norte (RN), totalizando 95,2 MW. Para estado de Mato Grosso do Sul foi contratada uma usina termelétrica a biomassa com 21,4MW.

Foram negociados Contratos de Comercialização em Ambiente Regulado (CCEARs) por disponibilidade, com prazo de suprimento de 20 anos para usinas a biomassa. Contratos por quantidade também com prazo de 20 anos, diferenciados por fontes, para empreendimentos a partir das fontes eólica e solar fotovoltaica. Prazo de 30 anos para os projetos hidrelétricos.

Institucional



Fonte: Redação/Assessoria MME
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