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Economia

Com 0.3%, economia tem lenta recuperação, diz economista

20/08/2018 | 11h50
Com 0.3%, economia tem lenta recuperação, diz economista
Divulgação Divulgação

Na avaliação do coordenador do Monitor PIB-FGV, Claudio Considera, os números indicam que a economia continua sua lenta trajetória de recuperação.

“O crescimento positivo de 0,3% do PIB no segundo trimestre indica que, a despeito dos impactos negativos que a greve dos caminhoneiros ocasionou na economia em maio, estes efeitos foram, em grande parte, revertidos em junho”, disse.

Segundo o economista, “mesmo com o trimestre tendo sido encerrado com retrações em segmentos como indústria, formação bruta de capital fixo e exportação, houve crescimento da agropecuária, serviços e consumo das famílias, fazendo com que a economia prossiga na sua trajetória de lenta retomada”, afirmou.

Os números da FGV indicam, ainda, que o consumo das famílias apresentou crescimento de 1,8% no segundo trimestre, na comparação interanual, representando movimento decrescente após ter crescido 3,1% no trimestre móvel fechado em abril.

“Este resultado positivo teve forte contribuição do consumo de produtos duráveis, que expandiu 1 ponto percentual”, na mesma base de comparação.

Efeitos da greve dos caminhoneiros

Já a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 4,1% no segundo trimestre, na comparação interanual, revertendo a redução do crescimento observado em maio, em decorrência da greve dos caminhoneiros.

“Todos os componentes melhoraram suas contribuições no segundo trimestre comparado aos resultados divulgados no trimestre móvel findo em maio; até mesmo a construção, que ainda está negativa, apresentou a melhor taxa (-1,0%) desde o 0,9% de maio de 2014.

Outra constatação é de que a taxa de investimento (FBCF/PIB), a preços constantes, foi de 18% no segundo trimestre.

A exportação retraiu 2,9% no segundo trimestre, na comparação interanual. Considerando os três grandes setores, apenas a exportação de produtos agropecuários apresentou crescimento (6,7%).

Já a importação cresceu 6,5% no segundo trimestre, na comparação interanual, com as maiores contribuições vindo da importação de bens de capital, que cresceram 2,7 pontos percentuais e dos bens intermediários, com expansão de 2,6 pontos percentuais.



Fonte: Redação/Agência Brasil
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