Gás Natural

Codesul discute soluções para falta de gás na região

Ofício solicitará à Petrobras aumento da oferta.

Ascom SCGás
19/08/2013 15:34
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O Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) realiza nesta segunda-feira (19), na sede da FIESC em Florianópolis, uma reunião reservada aos integrantes do Conselho e uma plenária com os governadores dos quatro estados membros. Formado pelos Estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o grupo discutirá em plenária comandada pelo presidente do Conselho, o governador de Santa Catarina João Raimundo Colombo, soluções para o problema da baixa oferta de gás natural para os estados membros.
Os quatro estados são atualmente atendidos exclusivamente pelo Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) que limita a capacidade de operação para o Sul do país em 12 milhões metros cúbicos diários de gás natural. Por ser suprida com gás importado com preço indexado em dólar, o que aumenta o preço e a deixa sujeita a volatilidade do câmbio, a região opera em desvantagem com outros estados supridos com gás nacional.
Atualmente a região opera no limite de sua capacidade de oferta. Segundo informações da Transportadora do Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) em janeiro de 2013 foi registrado a distribuição de 95,9% da capacidade de transporte.
Estudo realizado pelo Grupo de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apontou uma demanda de mais de 30 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia até 2019 para os quatro estados, o que fortalece a necessidade de ampliação imediata do suprimento.
A convite do governador catarinense, Cósme Polêse, presidente da SCGÁS, também participará da reunião. Ele reforça a importância dos supridores ampliarem a oferta à Região Sul do Brasil. “A falta de mais suprimento de gás natural engessa o desenvolvimento da indústria de toda a região, que é a alavanca da economia do Sul do Brasil. Se não solucionado o problema, corremos o risco de observar sérios danos ao desenvolvimento econômico de nossa região”, alerta Polêse.
No encontro, os estados assinarão ofício endereçado à Petrobras, que solicita a ampliação da oferta e o acesso aos estudos da empresa que apontam as alternativas de ampliação da capacidade de fornecimento de gás aos estados do Codesul.
Entre as soluções sugeridas pelo grupo, baseadas no estudo da UFRJ, estão a ampliação da capacidade de transporte do Gasbol e a implantação de um terminal de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) em um dos portos do Sul do Brasil. Além disso, o transporte à costa do gás produzido nos campos de petróleo da costa sul-brasileira e que atualmente são queimados é outra solução possível.

O Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) realiza nesta segunda-feira (19), na sede da FIESC em Florianópolis, uma reunião reservada aos integrantes do Conselho e uma plenária com os governadores dos quatro estados membros. Formado pelos Estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o grupo discutirá em plenária comandada pelo presidente do Conselho, o governador de Santa Catarina João Raimundo Colombo, soluções para o problema da baixa oferta de gás natural para os estados membros.


Os quatro estados são atualmente atendidos exclusivamente pelo Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) que limita a capacidade de operação para o Sul do país em 12 milhões metros cúbicos diários de gás natural. Por ser suprida com gás importado com preço indexado em dólar, o que aumenta o preço e a deixa sujeita a volatilidade do câmbio, a região opera em desvantagem com outros estados supridos com gás nacional.


Atualmente a região opera no limite de sua capacidade de oferta. Segundo informações da Transportadora do Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) em janeiro de 2013 foi registrado a distribuição de 95,9% da capacidade de transporte.


Estudo realizado pelo Grupo de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) apontou uma demanda de mais de 30 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia até 2019 para os quatro estados, o que fortalece a necessidade de ampliação imediata do suprimento.


A convite do governador catarinense, Cósme Polêse, presidente da SCGÁS, também participará da reunião. Ele reforça a importância dos supridores ampliarem a oferta à Região Sul do Brasil. “A falta de mais suprimento de gás natural engessa o desenvolvimento da indústria de toda a região, que é a alavanca da economia do Sul do Brasil. Se não solucionado o problema, corremos o risco de observar sérios danos ao desenvolvimento econômico de nossa região”, alerta Polêse.


No encontro, os estados assinarão ofício endereçado à Petrobras, que solicita a ampliação da oferta e o acesso aos estudos da empresa que apontam as alternativas de ampliação da capacidade de fornecimento de gás aos estados do Codesul.


Entre as soluções sugeridas pelo grupo, baseadas no estudo da UFRJ, estão a ampliação da capacidade de transporte do Gasbol e a implantação de um terminal de regaseificação de Gás Natural Liquefeito (GNL) em um dos portos do Sul do Brasil. Além disso, o transporte à costa do gás produzido nos campos de petróleo da costa sul-brasileira e que atualmente são queimados é outra solução possível.

 

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