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Fórum

CNI divulga pesquisa inédita sobre Bioeconomia no Brasil

22/10/2014 | 09h35

 

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), realiza nesta quinta-feira (23), em São Paulo, o 3° Fórum de Bioeconomia: políticas públicas e ambiente para inovação e negócios no Brasil.  Nesta edição, serão apresentados os resultados de pesquisa inédita, encomendada pela CNI, que traça amplo diagnóstico do cenário da bioeconomia no Brasil. A pesquisa foi realizada com 100 representantes de empresas ligadas ao setor, 40 integrantes dos poderes executivo e legislativo federal e 20 da academia.
Entre os dados, a pesquisa revela os investimentos em bioeconomia, os principais obstáculos a serem superados e as vantagens e desvantagens da indústria. A pesquisa orientará os debates sobre a construção de propostas de modernização e adequação de leis, decretos e normas para o setor e a avaliação das oportunidades de negócios e produção nas áreas de biotecnologia, agronegócio e de saúde.
BIOECONOMIA - O termo bieconomia foi criado pelos professores Juan Enriquez e Rodrigo Martinez - fundadores da Harvard Business School Life Sciences Project. A bioeconomia analisa as ciências da vida, principalmente genética, biologia molecular e celular - afetam e transformam produtos, negócios e a indústria mundialmente. De acordo com a Organização de Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDE), a expectativa é que a biotecnologia industrial movimente 300 bilhões de euros em 2030. Atualmente, o mercado maior é o de biocombustíveis, seguido do de bioquímicos e de bioplásticos.
O Fórum de Bioeconomia reunirá 250 representantes da indústria, do setor público e da academia. Entre os convidados estão Gregory Stephanopoulos, professor de engenharia química do Massachusetts Institute of Technology (MIT-EUA); João Furtado, presidente-executivo da Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI); Fernando Reinach, sócio-gestor do Fundo Pitanga de Investimento; Roel Collier, representante do TPG Creative Capital (EUA) e Bernardo Gradin, presidente da GranBio e representante da MEI/CNI.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI), por meio da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), realiza nesta quinta-feira (23), em São Paulo, o 3° Fórum de Bioeconomia: políticas públicas e ambiente para inovação e negócios no Brasil.

Nesta edição, serão apresentados os resultados de pesquisa inédita, encomendada pela CNI, que traça amplo diagnóstico do cenário da bioeconomia no Brasil.

A pesquisa foi realizada com 100 representantes de empresas ligadas ao setor, 40 integrantes dos poderes executivo e legislativo federal e 20 da academia.

Entre os dados, a pesquisa revela os investimentos em bioeconomia, os principais obstáculos a serem superados e as vantagens e desvantagens da indústria.

A pesquisa orientará os debates sobre a construção de propostas de modernização e adequação de leis, decretos e normas para o setor e a avaliação das oportunidades de negócios e produção nas áreas de biotecnologia, agronegócio e de saúde.

Bioeconomia - O termo bieconomia foi criado pelos professores Juan Enriquez e Rodrigo Martinez - fundadores da Harvard Business School Life Sciences Project.

A bioeconomia analisa as ciências da vida, principalmente genética, biologia molecular e celular - afetam e transformam produtos, negócios e a indústria mundialmente.

De acordo com a Organização de Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDE), a expectativa é que a biotecnologia industrial movimente 300 bilhões de euros em 2030.

Atualmente, o mercado maior é o de biocombustíveis, seguido do de bioquímicos e de bioplásticos.

O Fórum de Bioeconomia reunirá 250 representantes da indústria, do setor público e da academia. Entre os convidados estão Gregory Stephanopoulos, professor de engenharia química do Massachusetts Institute of Technology (MIT-EUA); João Furtado, presidente-executivo da Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI); Fernando Reinach, sócio-gestor do Fundo Pitanga de Investimento; Roel Collier, representante do TPG Creative Capital (EUA) e Bernardo Gradin, presidente da GranBio e representante da MEI/CNI.

 



Fonte: CNI
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