TRANSPETRO
O novo Centro Nacional de Controle Operacional da Transpetro (CNCO), foi inaugurado esta manhã no Rio, no edifício sede da Transpetro. O CNCO utiliza a mais avançada tecnologia mundial do setor e demonstra a intensa busca de exelência tecnológica. O Centro vai permitir monitorar, em tempo real,
O novo Centro Nacional de Controle Operacional da Transpetro (CNCO), foi inaugurado esta manhã no Rio, no edifício sede da Transpetro. O CNCO utiliza a mais avançada tecnologia mundial do setor e demonstra a intensa busca de exelência tecnológica. O Centro vai permitir monitorar, em tempo real, da sede da empresa no Rio, 100% das malhas de gasodutos e 93% dos oleodutos do País. Com apenas um clique do mouse, operadores ligam e desligam bombas, abrem e fecham válvulas, controlam a vazão e a pressão dos dutos em todo o País. A inauguração recebeu a visita do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, além de sindicalistas e outras personalidades do setor.
“Não se trata, porém, de abrir ou fechar válvulas, apenas. Num processo de crescimento como se encontra a Petrobras, a logística ganha cada vez mais importância. E este desafio começou com o grande aumento da produção, seguido da auto-suficiência”, disse o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo.
Gabrielli também ressaltou o papel "simbólico" do novo centro, que segundo ele está em sintonia com o plano estratégico de expansão da Petrobras. "Não é possível pensar nessa programação (de crescimento da empresa) sem pensar em logística", disse.
Mesmo em clima de comemoração, Gabrielli citou os impostos que a Petrobras desembolsa. "De três barris que produzimos, pagamos dois de imposto", afirmou.
Do centro de controle é possível acompanhar, em tempo real, a quantidade movimentada de petróleo e derivados, gás natural e biocombustíveis, a vazão, a densidade e a temperatura, entre outras características. O sistema utilizado é o Scada (Supervisory Control and Data Acquisition System), desenvolvido com base no que há de mais moderno em tecnologia e possibilitando o envio, via satélite e cabos óticos, de informações colhidas por sensores e instrumentos instalados ao longo de todo o sistema de dutos.
O centro possui 18 consoles, porém o destaque é o painel com 2,2m de altura por 17m de comprimento, que se divide em até 40 telas simultâneas. Dessa forma, os operadores têm uma melhor visão das movimentações.
O CNCO amplia a segurança da operação por dutos. A centralização de informações em um só ponto permite que os operadores tenham a visão completa do sistema, diferentemente do que ocorria no passado. Essa concentração de informações em um único centro de controle permite, ainda, a implantação de sistemas avançados, como a detecção de vazamentos e servem para alertar os operadores sobre a ocorrência de emergências nas instalações, consequentemente ajudando-os na decisão de qual o caminho a tomar para resolver uma emergência.
No subsolo do CNCO, serão reunidas, ainda, em um espaço único, as bibliotecas das áreas de Serviço e Engenharia e de Transporte Marítimo, formando o centro de Informação e Documentação (CID). O lugar abrigava a antiga caixa-forte do Banco do Brasil, onde era guardado parte do tesouro nacional da época do Segundo Reinado e, agora, servirá de base para o conhecimento técnico da Transpetro.
Com o novo centro, a Transpetro se prepara para fazer face ao aumento previsto da produção de petróleo e derivados, gás e biocombustíveis, e se torna compatível com as melhores empresas de operação do mundo.
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